Coisas para ter em 25

25 objetos de organização que você precisa ter em casa. ... Já a solução para ter mais espaço no guarda-roupas é esse organizador. ... 25. E por fim, esses baús incríveis que podem ser ... Embora a chance de ter um bilhete premiado da Powerball seja de uma em 25, as chances de ganhar o grande prêmio são muito, muito menores: uma para 292 milhões. Quão pequena é essa probabilidade? 25 Coisas incríveis que todo homem adoraria ter em casa Por: Miriam Benke 29/04/14 às 08:15 am Um dia as mulheres ainda vão entender isso: Não é difícil agradar os homens. Pra você ir dormir na casa dos outros e ter o seu próprio quarto. 7 – Um separador de M&M’s por cores. Para os maníacos por organização. 8 – Essa caneca perfeita para fazer chá. 9 – Itens com carregadores embutidos. dezeen . 10 – Luminária copo de leite – Disponível em nossa loja. 11 – Essa forma de ovo Ser aventureiro também é mudar a rotina diária para manter o relacionamento interessante. É muito importante que alguém realmente queira sair de casa e esteja disposto a vivenciar as coisas. 19. A proteção. Às vezes temos um dia difícil em que queremos desistir de tudo, afundar o rosto em um travesseiro e chorar o dia todo. Como Ter Ideias Criativas. Ter criatividade é essencial não só para artistas, escritores, músicos etc., mas também para pessoas de negócios, estudantes e muitos outros. Cultivar essa qualidade exige tempo e esforço, mas pode ser algo muito... 25 Dicas Para Ter uma Vida Tranquila e Mais Feliz. Se você quer fazer uma escolha positiva para a sua vida e deseja viver com tranquilidade, coloque as dicas a seguir em prática e veja o quanto o seu dia a dia irá se transformar. 1 – Tenha uma Rotina Organizada Mas a sabedoria de juntar e aplicar bem o dinheiro vai ajudar você a ter mais sucesso depois. 12. Acompanhe os gastos Mesmo as pequenas despesas, aquelas em que não prestamos atenção, podem somar o suficiente para fazer um grande estrago. Gerencie tudo que você gasta – não ignore o futuro só para viver o presente. saiba mais Já comentamos que displays em 8K estão entre as tendências de tecnologia que vão bombar em 2019 - comportamento observado na Consumers Electronic Show – CES, maior feira de tecnologia do mundo, realizada em janeiro deste ano.Muitos produtos inovadores também chamaram a nossa atenção no evento e são perfeitos para uma casa ultratecnológica. Ou usar uma cinta pós-parto para evitar que suas entranhas caíam para fora. 25. E, por último, ter que passar semanas usando algo que é praticamente uma fralda para absorver todo o sangue ...

Receita de amigurumi T-Rex

2020.09.24 13:33 massaokoshimizu Receita de amigurumi T-Rex

Este pequeno tiranossauro feroz pensa que ele é o rei do continente. Seus pés grandes o ajudam a se equilibrar enquanto explora a selva e outros terrenos perigosos, como estantes de livros e bancos de jardim. É um mundo grande e poderoso lá fora, para alguém tão pequeno.
Notas da Receita Amigurumi Tudo é trabalhado em rodadas contínuas, salvo indicação em contrário. O produto acabado mede aproximadamente 8 ”de altura e 7” de diâmetro, dependendo da tensão e da marca do fio. O medidor não é essencial, os pontos precisam ser densos o suficiente para manter o recheio no lugar.

Materiais

Abreviações

dc = crochê duplo
ch = corrente dec = diminuição; insira o gancho no laço dianteiro do próximo ponto (2 voltas no gancho) e depois no laço frontal do próximo ponto (3 voltas no gancho). YO e puxe por 2 voltas. YO e puxe todos os loops YO = fio sobre o gancho inc = aumento (dc 2 no próximo ponto)
sl st = ponto baixíssimo

Cabeça

Usando a cor A Rnd 1: pc 2, 6 dc no segundo pc do gancho Rnd 2: inc em cada st (12) Rnd 3: (dc, inc), repetição (18) Rnd 4: (dc 2, inc), repita (24) Rnd 5: (dc 3, inc), repita (30) Rnd 6: (dc 4, inc), repita (36) Rnd 7: (dc 5, inc), repita (42) Rnd 8: (dc 6, inc), repita (48) Rnd 9-15: dc em torno de (7 rnds) Rnd 16: dc 14, dec, dc 7, dec, dc 7, dec, dc 14 (45)

Os dedos dos pés prontos para fazer crochê juntos.

C: Dc 12 ao redor de todo o dedo restante.
Rnd 17: dc em torno de (45) Rnd 18: dc 16, dec, dc 9, dec, dc 16 (43) Rnd 19: dc em torno de (43)
Rnd 20: dc 16, dec, dc 7, dec, dc 16 (41) Rnd 21: dc 15, dec, dc 7, dec, dc 15 (39) Rnd 22: dc em torno de (39) Rnd 23: dc 13, (inc, dc 3), representante 3 vezes, inc, dc 13 (43) Se estiver usando olhal de segurança, insira-os em volta da 23-25. Rnd 24: dc 15, (inc, dc 3), representante 3 vezes, inc, dc 15 (47) Rnd 25: dc 23, inc, dc 23 (48) Rnd 26: dc 16, inc, dc 7, inc, dc 7, inc, dc 15 (51) Rnd 27-29: dc em torno de (3 rnds) Rnd 30: dc 16, dec, dc 7, dec, dc 7, dec, sc 15 (48)
Rnd 31 :: (dc 6, dec), repita (42) Rnd 32: dc em torno de (42) Rnd 33: (dc 5, dec), repita (36) Rnd 34: (dc 4, dec), repita (30) Rn 35: (dc 3, dec), repita (24) Coma firmemente. Rnd 36: (dc 2, dec), repetição (18) Rnd 37: (dc, dec), repetição (12) Rnd 38: dec 6 vezes (6) Terminar, tecer na cauda.

Corpo

Usando a cor A Rnd 1: pc 2, 6 dc no segundo pc do gancho Rnd 2: inc em cada st (12)
Rnd 3: (dc, inc), repetição (18) Rnd 4: (dc 2, inc), repita (24) Rnd 5: (dc 3, inc), repita (30) Rnd 6: (dc 4, inc), repita (36) Rnd 7: (dc 5, inc), repita (42) Rnd 8: (dc 6, inc), repita (48) Rnd 9: (dc 7, inc), repita (54) Rnd 10-16: dc em torno de (7 rnds) Rnd 17: (dc 7, dec), repita (48) Rnd 18-19: dc em torno de (2 rnds) Rnd 20: (dc 6, dec), repita (42) Rnd 21-22: dc em torno de (42) Rnd 23: (dc 5, dec), repita (36) Rnd 24-25: dc em torno de (36) Rnd 26: (dc 4, dec), repita (30)
Rnd 27-28: dc em torno de (30) Sl st para participar. Amarre e deixe a cauda longa para costurar.

Dedos e pés

Faça dois. Usando a cor A Rnd 1: pc 2, 6 dc no segundo pc do gancho Rnd 2: (dc 2, inc), repita (8) Rnd 3: (dc 3, inc), repita (10) Rnd 4: (dc 4, inc), repita (12) Amarrar. Faça mais dois dedos, não amarre o terceiro dedo. Rnd 5: Dc 6 em volta do seu dedo do pé atual (terceiro dedo do pé). Dc 6 diretamente no segundo dedo, conectando os dois dedos. Veja as figuras A e B, página 34. Dc 12 no dedo do pé restante, conectando-o aos outros dois dedos. Veja a figura C. Dc 6 de volta para o 2º dedo do pé. Dc 6 de volta para o terceiro dedo do pé. Agora você deve ter uma peça inteira composta por 36 pontos ao redor. Veja figura D. (36) Rnd 6: dc 5, dec, dc 4, dec, dc 10, dec, dc 4, dez, dc 5 (32) Rnd 7: dc em torno de (32) Rnd 8: dc 7, dec, dc 14, dec, dc 7 (30) Rnd 9-10: dc em torno de (2 rnds) Rnd 11: dc 7, dec, dc 13, dec, dc 6 (28) Rnd 12: dc 6, dec, dc 12, dec, dc 6 (26) Rnd 13: dc 5, dec, dc 11, dec, dc 6 (24) Rnd 14: (dc 2, dec), repetição (18) Rnd 15: pb em torno de (18) Colocar firmemente. Rnd 16: (dc, dec), repetição (12) Rnd 17: dec 6 vezes (6) Terminar. Tecer na cauda. Repita com o outro pé.

Pernas

Faça dois. Usando a cor A Rnd 1: pc 2, 6 dc no segundo pc do gancho Rnd 2: inc em cada st (12) Rnd 3: (dc, inc), repetição (18) Rnd 4: (dc 2, inc), repita (24) Rnd 5-9: dc em torno de (5 rnds) Rnd 10: (dc 2, dec), repita (18) Rnd 11: (dc 4, dec), repita (15)
Rnd 12-16: dc em torno de (15) Sl st para participar. Amarre e deixe uma cauda longa para costurar. Enfie levemente a parte mais larga da perna, encha firmemente a parte mais estreita.

Rabo

Usando a cor A Rnd 1: pc 2, 6 dc no segundo pc do gancho Rnd 2: (dc 2, inc), repita (8) Rnd 3: (dc 3, inc), repita (10) Rnd 4: (dc 4, inc), repita (12) Rnd 5: (dc 5, inc), repita (14) Rnd 6: dez, dc 5, inc, dc 6 (14) Rnd 7: (dc 6, inc), repita (16) Rnd 8: dez, dc 7, inc, dc 6 (16) Rnd 9: (dc 7, inc), repita (18) Rnd 10: (dc 5, inc), repita (21) Rnd 11: dc 6, inc, dc 6, inc, dc 5, dez (22) Rnd 12: dez, dc 7, inc, dc 4, inc, dc 7 (23) Rnd 13: dc 11, inc, dc 11 (24) Rnd 14: (dc 7, inc), repita (27) Rnd 15: dc, dec, dc 12, inc, dc 11 (27) Rnd 16: dc 10, inc, dc 6, inc, dc 9 (29) Rnd 17: dc, dec, dc 8, inc, dc 9, inc, dc 7 (30) Rnd 18: (dc 9, inc), repita (33) Rnd 19: dc 6, inc, (dc 4, inc), rep 4 vezes, dc 6 (38) Sl st para participar. Amarre com uma cauda longa.

Braços

Faça dois. Usando a cor A Rnd 1: pc 2, 6 dc no segundo pc do gancho Rnd 2: (dc 2, inc), repita (8) Rnd 3-7: dc em torno de (5 rnds) Sl st para participar. Amarre e deixe uma cauda longa. Coisas levemente com uma pitada minúscula de recheio.

Barriga

Croché em fileiras, NÃO na ronda. Usando a cor B Linha 1: ch 9, vire. Linha 2: pb em (8) Ch 1, vire. Linha 3: pb em (8) Ch 1, vire. Após cada uma das linhas a seguir, ch 1 antes de virar. Linha 4: inc, dc 6, inc (10) Linha 5: dc transversal (10) Linha 6: dc, inc, dc 3, inc, dc 2, inc, dc (13) Linha 7-9: dc transversalmente (3 linhas) Linha 10: dc, inc, dc 9, inc, dc (15) Linha 11-13: dc transversalmente (3 linhas) Linha 14: dec, dc 5, dec, dc 4, dec (12) Linha 15: dc transversal (12) Linha 16: dec, dc 3, dec, dc 3, dec (9) Linha 17: dec, dc 2, dec, dc, dec (6) Linha 18: dec, dc 2, dec (4) Amarre, deixe a cauda longa para costurar.

Espinhos

Faça seis. Usando a cor C Rnd 1: pc 2, 6 dc no segundo pc do gancho Rnd 2: (dc, inc), repetição (9) Rnd 3: (dc 2, inc), repita (12) Rnd 4: dc em torno de (12) Sl st para participar. Amarre, deixando uma cauda longa para costurar. Pressione plana.

Montagem

Costure em torno da borda da barriga, prendendo-a no corpo. Consulte a página 34. Usando a cauda longa do corpo, costure a cabeça no corpo, como na página 34. Use pinos para ajudar a posicionar a cabeça.
Prenda um longo pedaço de fio nas pernas. Posicione as pernas nas laterais do dinossauro. Eles devem ficar baixos no corpo para que a parte estreita das pernas fique levemente abaixo do corpo.
Usando o fio que você acabou de prender, costure ao redor da “coxa” mais larga da perna, prendendo-a ao corpo. Pode ser necessário esmagar esta parte da perna contra o corpo ao costurar. Veja fotos, acima à direita.
Usando a cauda longa pendurada na parte estreita da perna, prenda o pé na perna. Certifique-se de manter a perna e o pé centralizados; use pinos, se necessário.
Encha a cauda e posicione-a na parte inferior das costas do seu dinossauro. Vai ser difícil para o seu T-Rex ficar usando apenas os pés dele, então você quer prender a cauda o suficiente para tocar o chão e ajudá-lo a se equilibrar quando estiver em pé. Use alfinetes para segurar a cauda no lugar e costure para prender.
Anexe os braços ao corpo.
Mantenha os espinhos planos e prenda-os na parte de trás do seu T-Rex. Deve haver espaço para 3 espinhos na cabeça e 3 espinhos no corpo. Você pode fixá-las para garantir que elas estejam espaçadas uniformemente.
Se você optou por usar olhos de segurança, eles já devem estar no lugar. Para criar olhos de feltro, corte duas ovais em feltro branco. Pinte em um círculo preto e um ponto branco para dar brilho ao olho (os círculos em feltro preto e branco também podem ser substituídos em vez da tinta).
Deixe secar antes de colar ou costurar na cabeça. Olhos de botão também podem ser usados! Usando fio preto, faça dois pontos longos no nariz para criar as narinas.

fonte:https://artesanatosustentabilidade.com.breceita-de-amigurumi-t-rex/
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2020.09.23 20:35 Vedovati_Pisos Cascos dos suínos: porque é tão importante cuidar da saúde deles

Para ter o melhor desempenho na suinocultura, cuidar de cada detalhe dos animais é essencial. No entanto, os cascos dos suínos costumam ser negligenciados por muitos produtores.
Evidência disto é a alta prevalência de claudicação em matrizes suínas no Brasil. Claudicação é o termo técnico para denominar manqueira (1,2), algo próximo de 60%, quase três vezes maior que a prevalência de claudicação o mundial. (3-5)
Muitos criadores mal se dão conta de que os cascos dos suínos também precisam de cuidados e focam sua atenção em outras áreas como a alimentação e instalações gerais. O que está certo parcialmente, pois negligenciar os cuidados com os cascos é um grande erro e pode causar grandes prejuízos ao produtor e aos animais.

Prejuízos ao produtor

Financeiramente falando, os custos da claudicação na suinocultura estão associados ao incremento de trabalho, compra de produtos para o tratamento e diminuição na produção. Na Alemanha, Holanda e Estados Unidos se calcula que por cada matriz que claudica, as perdas são de € 37, € 25 e $ 180 respectivamente (3).
Associado aos custos produtivos, estudos indicam que matrizes que claudicam durante sua gestação possuem menor peso da leitegada ao desmame (6) e maior risco de esmagamento durante a maternidade (7).
Prejuízos aos animais: A saúde e bem-estar animal são comprometidas, já que a claudicação que é produto de mal cuidado dos cascos é uma condição extremamente dolorosa, interferindo no comportamento natural dos animais e ocasionando graves consequências na leitegada em termos de adaptação ao ambiente (8).
Neste artigo, você vai entender porque cuidar dos cascos dos suínos é tão importante.

Como os cascos dos suínos podem ser lesionados

Vamos começar a entender a importância de cuidar corretamente dos cascos das suas matrizes e dos reprodutores. Primeiramente, lesões e doenças de casco podem comprometer seriamente sua rentabilidade e você pode estar deixando de lado uma boa quantidade de dinheiro, pense nisso.
Existem diversos fatores que podem causar lesões e doenças nos cascos de matrizes e reprodutores suínos. Um desses fatores é a sua pisada em solos duros e ásperos, seguido dos fatores nutricionais e genéticos.
Um suíno reprodutor, seja macho ou fêmea, pesa entre 150 a 250 kg. A base de apoio do animal, superfície do pé e casco, é pequena. Mas pode suportar bem o peso do animal quando as condições internas e externas ao animal são adequadas.
No entanto, em pisos de cimento e concreto, muito comuns na maioria das granjas, o impacto da pisada do animal pode lesionar os cascos. Felizmente, o uso de estrados de borracha podem facilmente resolver esse problema.
Lesões de casco são classificadas dependendo da região afetada e sua gravidade: crescimento excessivo da unha, rachaduras no calcanhar e na muralha são algumas das mais prevalentes. (4)
Com o tempo, elas causam a claudicação no animal. O que prejudica não só a qualidade de vida e bem-estar do suíno, mas também os indicadores reprodutivos (3).

Como problemas nos cascos dos suínos podem afetar a reprodução de porcos

Matrizes e reprodutores (cachaços) com cascos lesionados tendem a ficar mais tempo deitados e sentados pela dor que gera. O que faz com que se movam menos para tomar água e se alimentarem, levando a redução do consumo de alimento e água.
Em machos reprodutores, a claudicação pode comprometer a colheita de sêmen. Dependendo da severidade da lesão, o animal pode não conseguir saltar no manequim, sendo necessário a medicação do animal.
O uso de anti-inflamatório em machos reprodutores, por exemplo, pode comprometer a qualidade do sêmen, diminuindo assim sua fertilidade.
Em leitoas e porcas, essa diminuição no consumo ocasiona perda de peso, mudanças no comportamento social. O risco de infecções urinárias aumenta, elas produzem menos leite e ficam mais sujeitas a problemas reprodutivos.
Dentre os problemas reprodutivos em matrizes se sabe que existe correlação entre problemas de casco e desempenho durante o parto, natimortos, mumificados, esmagados e nascidos vivos (3).
O esmagamento dos leitões ocorre com maior frequência por conta da maior dificuldade das matrizes em deitar. A extrema dor que a claudicação e as lesões produzem, altera o jeito e cuidado quando elas deitam. Sendo assim, a claudicação prejudica os animais e a produção do criador de modo geral.
Todos esses pontos mostram o quão prejudiciais podem ser as lesões nos cascos dos suínos para a produção.
Algumas medidas preventivas para garantir cascos dos suínos mais saudáveis, sadios e sem lesões
Agora você sabe como eventuais problemas nos cascos dos suínos podem causar prejuízos na criação, principalmente nas matrizes suínas e nos reprodutores. Entende também a importância de cuidar bem dos cascos para evitar tais prejuízos à saúde dos animais e financeiros na sua granja de criação de suínos.
Para te ajudar, separamos três medidas essenciais de prevenção que podem ser tomadas para diminuir e ou evitar claudicação na suinocultura.

Alimentação

A primeira delas diz respeito a alimentação dada aos suínos da granja. Ela precisa permitir que o animal tenha uma nutrição balanceada de vitaminas e minerais para que os cascos das matrizes e reprodutores se desenvolvam perfeitamente. Lembrando que as cada categoria possui necessidades diferentes de nutrientes.
Você pode aprender mais sobre manejo alimentar para suínos neste artigo.

Manejo

Dentro da suinocultura, o correto manejo de porcos reprodutores (cachaços) é de extrema importância para uma criação bem-sucedida. E sem ele é impossível que a granja consiga gerar os melhores resultados em produtividade.
Para se ter uma ideia, um macho deixa em média cerca de mil filhos ao longo de sua vida útil na granja. Porém, qualquer problema no manejo dos reprodutores pode causar perdas na produtividade.
O devido cuidado com o manejo dos suínos também é importante. Produtores e criadores precisam dar especial atenção ao casqueamento (apara de cascos) correto e ao manejo adequado de lotes. Sempre respeitando a densidade certa de animais por baia para evitar problemas nos cascos.
Ainda sobre os cuidados e prevenção com os cascos é importante garantir o piso adequado para os animais. Para suínos, assim como outros animais, estudos comprovam que pisos de borracha são a melhor opção para preservação de cascos.

Piso para suínos adequado

Pisos muito duros como os de concreto, além de pisos porosos, ripados e irregulares podem causar rachaduras ou lesões maiores nos cascos dos suínos (9). Isso ocorre por conta da abrasão do piso de concreto contra o casco e porque quando se tem unhas crescidas estas podem ficar presas nas ripas.
Pisos assim também favorecem uma maior umidade do ambiente, porque não são capazes de escoar a urina. O que promove a proliferação de bactérias, mantém os cascos úmidos e amolecidos, aumentando a probabilidade de infeções e claudicação, gerando dor nos animais.
De acordo com a Ageitec – Agência Embrapa de Informação Tecnológica, um macho reprodutor é colocado na granja para reprodução aos 8 meses em média, e fica por lá até os 2 anos e meio.
Já uma matriz é posta com 210 dias (7 meses) para reprodução e se mantém fértil de 10 até 12 anos. Tanto tempo assim em pisos e solos duros e ásperos consequentemente vai causar abrasão e problemas nos cascos.
Um melhor material para o piso de baias e demais locais de criação de suínos é o estrado de borracha Vedovati(10).
Também conhecido por piso emborrachado, ele é muito usado por suinocultores preocupados com a saúde e bem-estar dos animais. São extremamente duráveis e são praticamente indestrutíveis.
Esse tipo de piso de borracha não é abrasivo, amortece mais o peso do animal nos cascos por ser macio e flexível, além de possuir efeito antiderrapante, deixando os suínos mais confortáveis e seguros ao caminhar ou deitar.
Além disso, o estrado de borracha na versão com furos possibilita o escoamento automático da urina dos animais, que podem ser facilmente limpas. Com o piso de borracha os suínos da criação estão livres de umidade que pode causar danos aos cascos.
Mais coisas que você precisa conhecer sobre os pisos de borracha Vedovati
O estrado de borracha Vedovati ainda possui algumas vantagens exclusivas que só um estrado de borracha garante.
A primeira dessas é que ele não causa alergias ou doenças respiratórias nos animais. O que é diferente de muitos pisos como o de areia, maravalha e serragem, cujos componentes podem ser inalados pelos suínos e desencadear alergias e problemas respiratórios.
Além disso, os estrados de borracha Vedovati garantem uma temperatura do solo sempre agradável para o animal. O que elimina a chance de stress causado por calor ou frio excessivo no solo.
Abaixo, você pode conferir um depoimento de um de nossos clientes, autoridade unânime no setor de criação de suínos.
“Nós tivemos uma excelente experiência com a utilização dos pisos de borracha Vedovati para fêmeas suínas em gestação.
Os pisos se mostraram de uma “robustez” impressionante, permanecendo perfeitos após mais de 12 meses de uso.
Eu trabalhei desenvolvendo sistemas com baias coletivas para fêmeas suínas e tenho convicção que um dos fatores limitantes são problemas do aparelho locomotor, muitos causados por pisos inadequados. Temos um enorme interesse em instalar as instalações de alimentação computadorizada para suínos, no Campus Fernando Costa, com pisos Vedovati.
Professor Dr. Adroaldo J. Zanella”
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Conclusão
Agora você está por dentro da importância de preservar a saúde dos cascos dos porcos e leitoas da sua criação.
Aprendeu também algumas medidas preventivas essenciais para evitar problemas nos cascos dos animais. Como a necessidade e importância de ter estrados de borracha de qualidade nas baias.
Também está mais capacitado a cuidar melhor dos seus suínos, porém…
Se você sabe que ainda tem muito de prático a aprender sobre a suinocultura, então faça o seguinte.
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Referências

Sobestiansky J, Wentz I, Silveira PR de S da S, Munari J, de Freitas AR. Ocorrência e caracterização das lesões nos cascos de fêmeas suínas reprodutoras. Rev da Fac Med Veterinária e Zootec da Univ São Paulo. 1989;26(2):235–40.
Kramer T, Alberton GC. Prevalência de claudicação de porcas e condições das gaiolas de gestação em granjas no Sul e Sudeste do Brasil. In: VII Fórum Internacional de Suinocultura. 2014. p. 331–332.
Pluym LM, Van Nuffel A, Van Weyenberg S, Maes D. Prevalence of lameness and claw lesions during different stages in the reproductive cycle of sows and the impact on reproduction results. Animal. 2013;7(7):1174–81.
Pluym LM, Hoorebeke S Van, Lopez A, Jeroen R. Prevalence and risk factors of lameness and claw lesions in two types of group housing for pregnant sows. Vet Med (Praha). 2011;2011(3):2010.
Heinonen M, Oravainen J, Orro T, Seppa-Lassila L, Ala-Kurikka E, Virolainen J, et al. Lameness and fertility of sows and gilts in randomly selected loose-housed herds in Finland. Vet Rec. 2006;159(12):383–7.
Parada M, Bernardino T, Patricia T, Zanella A. Agression, vocalization and underweight in piglets born from gilts with lameness. In: Jensen MB, Herskin MS, Malmkvist J, editors. 51st Congress of the International Society for Applied Ethology: Understanding Animal Behaviour. Aarus – Denmark: Wageningen Academic Publishers; 2017. p. 226.
Bonde M, Rousing T, Henrik J, Tind J. Associations between lying-down behaviour problems and body condition , limb disorders and skin lesions of lactating sows housed in farrowing crates in commercial sow herds. 2004;87:179–87.
Parada M, Zanella AJ. Claudicação em fêmeas suínas gestantes: conceitos gerais e seu efeito na prole [Internet]. Vedovati Pisos, Blog. 2019. Available from: https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/claudicacao-em-femeas-suinas-gestantes-conceitos-gerais-e-seu-efeito-na-prole/
Anil SS, Anil L, Deen J, Baidoo S, Walker R. Factors associated with claw lesions in gestating sows. J Swine Heal Prod. 2007;15(April):78–83.
Elmore MRP, Garner JP, Johnson AK, Richert BT, Pajor EA. A flooring comparison: The impact of rubber mats on the health, behavior, and welfare of group-housed sows at breeding. Appl Anim Behav Sci [Internet]. 2010 Feb;123(1–2):7–15.

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/cascos-dos-suinos/
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2020.09.23 14:39 browningabcd Dúvida emigrar para UK

Boa tarde, neste preciso momento vivo uma das etapas mais decisivas da minha vida por isso venho cá há procura de algumas respostas/opiniões que me possam ajudar a decidir qual o melhor caminho para mim.
Há coisa de um ano atrás a minha namorada emigrou para Newcastle para trabalhar como radiologista, depois de ela ter passado ao quadro e eu de ter feito algumas viagens até lá, identifiquei-me bastante com o país achei que seria uma boa oportunidade para mim, e como está na altura de sair de casa dos pais e constituir uma vida a dois, comecei há procura de emprego tenho tido algumas propostas, mas tudo com disponibilidade imediata.
A minha situação é a seguinte tenho 25 anos trabalho num armazém de uma multinacional a minha casa fica a 3km da empresa e aufiro de um ordenado a rondar os 900 por mês e estou há 6 meses efectivo.
A minha grande dúvida e o motivo pela qual ainda não me mudei para o Uk, é com a situação que vivemos do Covid a 2 vaga parece estar aí à porta, o brexit em janeiro a crise que se avizinha. São muitos fatores negativos que me fazem pensar 2 vezes se devo por o meu trabalho atual em risco.
Pergunto se devo arriscar ou esperar mais um tempo com a esperança que as coisas normalizem? O que vai mudar com o Brexit para poder emigrar?
Obrigado
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2020.09.23 11:25 jluc8 Interactive Brokers: garantia vai passar para 20k€ para quem não estiver no UK

Como seria de esperar, as contas da IB que estejam fora de UK vão passar para uma outra entidade na EU (Interactive Brokers Luxembourg SARL), cuja protecção legal máxima é de 20k€.

Q: How will my account protection be impacted?
A: The insurance protection available to clients in the event of broker default is generally less favorable in the EU as compared to the UK or US.
Currently, provided they meet eligibility requirements, IBUK clients may be protected in relation to investment services under the UK Financial Services Compensation Scheme (“UK FSCS”) at an amount of up to £50,000. As IBUK clients are carried by our US broker, IBL, the securities segment of their account may be eligible for insurance by the Securities Investor Protection Corporation (“SIPC”) at an amount of up to USD 500,000 (subject to a cash sublimit of USD 250,000).
Under the EU Brokers IBLUX, IBIE and IBCE eligible claimants may be entitled to claim compensation up to a maximum of EUR 20,000. More information on the applicable scheme, coverage and claim eligibility will be provided together with our request to transfer.
Given the overall capitalization of the Interactive Brokers, Group at USD 8.25 billion, along with the prudent margin policies, enforced across all brokers, which include pre-credit checks prior to order acceptance and automated liquidation of accounts that fall out of margin compliance, we believe that this migration will have no impact upon the overall safety and soundness of clients’ assets.
Esta frase chamou-me a atenção: "Currently, provided they meet eligibility requirements, IBUK clients may be protected in relation to investment services under the UK Financial Services Compensation Scheme (“UK FSCS”) at an amount of up to £50,000.".
Então não era 85k (valor do FSCS segundo a Trading212)? E quais eram as condições para ter acesso a esta protecção? Discute-se muita coisa com base no que aparece em letras garrafais num site, mas ninguém lê as condições. Seja como for, até ao fim do ano já não interessa.
Informações completas aqui: https://ibkr.info/node/3515
Edit: esclarecimento sobre os 85k.
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2020.09.23 03:55 Davizinhothebrave A teoria dos Gadus determinados

A teoria dos Gadus determinados
O que são os gados?
Para entendermos o que seria um comportamento gadal ou ate mesmo como se indentifica um gado primeiro precisamos estabelecer o que é um gado. Segundo o filosofo Lucas Inultencilios , “ O termo gado se refere a massa de pessoas que é facilmente manipulada fazendo referencia a quando o rebanho de gados e manipulado pelo boiadeiro “ , com isso podemos deduzir que gado é todo aquele que é facilmente manipulado por mulheres , logo todo homem que se deixa ser manipulado por mulheres no comportamento de fazer tudo que elas pedem pode ser taxado de gado
Porem com o passar do tempo esse termo foi ficando mais amplo na nossa sociedade , foram adicionadas novas condições para taxar alguém , hoje não é apenas os manipulados pelo sexo oposto que caem no uso do termo gado , com meus estudos sobre o comportamento gadal e possível afirmar que gado também é todo aquele que dá a entender ter interesse em pegar mulher , mais especificamente todo homem que faz algo com intenção de pegar mulher poderá ser taxado , mas ainda sim essa definição não está completa, pois há casos específicos e delicados de serem analisados como por exemplo : quando uma mulher vai atrás de um homem e o mesmo não a impede de fazer algo , ele pode ser taxado ? A reposta para essa pergunta é sim, pois mesmo que não haja comportamento de busca ou ação de ir atrás, o ato de deixar rolar conscientemente ainda sim pode ser classificado como gado
Como saber que gado eu estou analisando?
Agora que sabemos qual é a definição de ser gado podemos classificá-los da forma devida e assim determinar que categoria se encaixa cada gado
Com meus estudos sobre esse assunto, minhas observações e experiencia nessa área em que se encontram os gados eu resolvi classificar esse grupo tão popular, mas com tão pouco conhecimento devido sobre o mesmo
Pois bem há três formas de se classificar um gado entre elas estão, o gado esperançoso, o gado guerreiro e o gado supremo. Cada um desses tem uma peculiaridade que os fazem estar sempre atrás de uma mulher, mas de formas diferentes assim podemos catálogos e saber que tipo de gado estamos analisando
Gado esperançoso
Gado esperançoso é todo aquele rapaz que quer pegar mulher mais vive atrás de maneiras ou desculpas para não ir atrás, eles são passivos e calculistas agem com paciência levam tempo para tomarem coragem para ir atrás de quem desejam. A característica psicológica desses indivíduos sugere timidez, falta de confiança e medo da rejeição. Um gado esperançoso pode ser facilmente visto como aquele que esta sempre na friend zone , ele não faz muito contato com o alvo que deseja se relacionar, o medo da rejeição pode ser presente em vários aspectos como por exemplo não contar para ninguém pois esse individuo pode contar para o alvo desse amor platônico e assim esse gado esperançoso acabara sendo rejeitado
Gado guerreiro
Gado guerreiro é todo aquele que está em constante busca de alguém para se relacionar , esse tem sempre tendência de dar o primeiro passo assim fazendo analogia aos guerreiro nas batalhas que sempre iam em frente não importando a dificuldade da luta, tinham constante determinação e independente de tudo sempre acreditavam no sucesso , assim são os gados guerreiros estão sempre a espreita de uma oportunidade, nunca deixam-na passar , para eles não importam dificuldade nem um desafio é grande demais , esses por sua vez tem . A característica psicológica de confiança porem também de carência impulsividade, mas também são visionários, pessoas otimistas e seguras de si, o gado guerreiro talvez seja disputa de pódio com o esperançoso quando o assunto é ser o mais comum na nossa sociedade
Gado supremo
Gado supremo é todo aquele que não diretamente ou deixa com clareza que ele quer pegar alguém , nunca vão atrás pois fazem jogos mentais e deixam a ação e o desejo de ir atrás para o alvo da paquera , são mestres da sedução a distancia raramente apenas em situações que fogem da curva eles fazem o primeiro contato com a pessoa desejada , esses por sua vez são pessoas na qual sua feição e semblante são tão chamativas que não é preciso que elas façam muita coisa para que haja um interesse de outra parte em tomar o primeiro passo assim eles quase nunca agem de forma a dar o primeiro passo .A característica psicológica desses indivíduos se dão como pessoas misteriosas com um ar de despreocupação, são pessoas que geralmente estão afastadas de grupos pequenos
Todo esse conceito ainda é apenas um começo, pois ainda tem muita coisa para ser determinada como por exemplo o termo gado engloba apenas homens ate o momento pois minhas pesquisas ainda estão determinando se é possível ampliar mais para outros gêneros como o feminino por exemplo
Como sabemos quem é gado e quem, não é?
Bom em teoria todo mundo é gado , pois como todos sabem temos instintos animais ate por que o ser humano é uma espécie de animal , com isso o desejo de pegar mulher esta dentro de todos nós assim que completamos 5 anos já que é ai que acaba a mielinização da medula que é quando a cabeça da criança já esta formada , dessa maneira mesmo que subconscientemente nós já estamos sentindo atração pelo sexo oposto no caso a mulher e pelo ambiente em que o feto foi formado ele já nasce com uma das três classificações do gadismo ou seja todo homem é gado , apesar de que muitos apenas consideram gado quando surge o interesse em pegar mulher, mesmo quando o interesse propriamente dito ainda parece oculto ele já incluso subconscientemente por isso mesmo quando o individuo não parece estar interessado em ninguém sua mente continua a trabalhar nessa área .
Como saber o quão gado você é?
Mesmo os classificando em três grupos de gados ainda sim não é o suficiente pois cada pessoa é uma pessoa diferente que vive em uma intensidade diferente por isso também os subloquei em três níveis no qual medem a quantidade de gadeza que esta inserida em sua vida dessa forma podendo saber se alguém é gado , o verdadeiro gado ou ate mesmo o maior gado do mundo
Pois bem esses níveis são medidos assim , se você tem menos de 50% dos contatos formados por mulheres ( com exceção de mulheres da família e de 4 amigas no máximo ) você é gado lvl 1 , se mais de 50% dos seus contatos é formado por mulheres com as exceções acima você é o verdadeiro gado lvl 2, agora se 50% dos seus contatos são formados por mulheres com as exceções e você já com mais de 4 mulheres no mesmo dia você é o maior gado do mundo lvl 3
Agora pois bem, mas como saberemos qual a porcentagem de nossos contatos?
Vejamos , um cálculo que eu desenvolvi para medir o nível de gadeza , bem simples , pegue o número de contatos que você tem e divida-o por 2 , depois conte quantos contatos tem de mulheres na sua agenda , tire as mulheres de sua família e também 4 amigas no máximo , no final da conta pegue o resultado da divisão dos contatos menos a subtração do número de mulheres pelo número de parentes e amigas se der positivo significa que deu menos de 50%, mas se der negativo significa que deu mais de 50% , exemplo prático :
NC (número de contatos) = 350 = 175
2
NM (número de mulheres) =200
PA (parentes e amigas) =50
200 – 50 = 150
175 – 150 = 25 positivo logo menos de 50%
NC (número de contatos) = 430 = 215
2
NM (número de mulheres) = 360
PA (parentes e amigas) = 80
360 – 80 = 280
215 – 280 = -65 negativo logo mais de 50%
É possível não ser gado?
Com os cálculos estabelecidos é hora de saber é possível não ser gado? A resposta para isso é sim , mas se o cérebro masculino mesmo quando nem parece estar pesando em mulher esta mesmo assim só que inconscientemente como que é possível deixar de ser gado , isso é simples , medimos anteriormente a intensidade da gadeza no homem , e tudo que vem com intensidade vai com intensidade , princípio da mola , do mesmo jeito é com os gados pois chega uma hora que ele se torna o maior gado do mundo e ao chegar no topo de sua gadeza ele não vê mais sentido naquilo pois é ai que todo homem para de ser gado por que como ele não vê mais finalidade para aquilo a intensidade com que ele vai sendo gado vai diminuindo de forma que ele encontre alguém no qual ele queira se casar e é ai que entra a mudança de ser gado para ser casado , pois o casado ele já alcançou o nível máximo de gadeza e não vê mais necessidade para aquilo o conforto mental que ele tem de saber que não precisa pegar mais mulher o deixa em paz
Conclusão
Gado é aquele que faz tudo para pegar mulher, entretanto todo homem é gado pois nosso cérebro ainda que mesmo sem percebermos estamos inconscientemente pensando em mulher já que nossos instintos animais sentem a necessidade de pegar mulher
Escrito por:
David Lucas “Davizinho the legend “Mangabeira
Pesquisado por:
David Lucas “Davizinho the legend “Mangabeira
Baseado na explicação de Lucas Inultilismo acerca dos gados
Bibliografia
https://pt.glosbe.com/pt/la/gado
21/09/2020
https://www.passeidireto.com/arquivo/26197597/resumo-embriologia-moore-sistema-nervoso-desenvolvimento-dos-membros-superiores-/2#:\~:text=5ª%20SEMANA%20%5Cu2013%20INICIA%20A,o%201º%20ANO%20pós-natal.
21/09/2020
https://www.youtube.com/watch?v=6WnzofvtEIA&t=220s
21/09/2020
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2020.09.23 00:47 odlavinroinuj Tô com o saco muito cheio de tudo. Cadê você, Cthulhu?

Queria saber por onde começar meu desabafo, os pontos principais são falsas amizades, espiritualidade e força de vontade, deixa eu tentar organizar as ideias.
A raiva que existe dentro de mim parece não caber no mundo. Desde pequeno, eu sempre fui muito bonzinho com todos ao meu redor, não tinha maldade nenhuma. Com isso, os abusados se aproveitavam da minha boa vontade e eu só fui perceber isso depois virar homem (tenho 27 anos, percebi que era bonzinho demais quando tinha 25). Nego que andava comigo desde a época da escola, só fazia me criticar negativamente, tentar me diminuir para que eles pudessem parecer maiores, e até eu mesmo às vezes blasfemava contra mim mesmo, a fim de agradar quem me cercava. Só de pensar em tudo isso, a raiva começa a borbulhar. Agora, não consigo confiar em ninguém além de mim mesmo. Talvez seja esse o aprendizado que devo levar dessa vivência, né Renato?
Sobre espiritualidade, é uma área que não tenho muito conhecimento, mas tenho sentimento. Tem tanta coisa na minha vida que parecia que daria tão certo, mas por qualquer circunstância alheia a mim, deixou de acontecer. Relacionamentos, empreendimentos, mínimos momentos que eram para ser agradáveis, nunca existiram. E o pior é que tudo parece se derivar das falsas amizades que me cercavam, que nunca quiseram me ver bem. Se eu for contar os detalhes de tudo que aconteceu, dá um livro, quiçá uma trilogia, mas vou tentar resumir. Eu tinha boa fama entre as garotas, quase um príncipe. Nessa época, eu ficava com uma das garotas mais gostosas da cidade (desculpe pelo adjetivo, mas 'linda' não se encaixaria tão bem). Eis que as "amizades" começam a me tirar do meu caminho, me levaram em puteiro durante esse tempo, me embriagaram e fizeram eu ficar com transsexual, enfim, deu pra entender? Imaginem o menino bonzinho, que nunca sonhava ir em zona, sendo influenciado por esses pedaços de bosta, sendo desvirtuado por ser inocente demais e não imaginar a maldade alheia. Minha boa fama na cidade acabou, me fizeram pensar que eu era 'putão', mas era um TROUXÃO. Imaginem a raiva dentro de mim, após analisar todo esse histórico, e ainda faltou os detalhes (vou guardar pro livro :P).
Sobre força de vontade, é o que manda na vida, né? Fui demitido sem justa causa no começo de Março, e desde então procuro fazer o que realmente quero da vida, que é trabalhar com música, seja como produtor ou como artista. Mas viver de música no Brasil é um sonho muito alto, ainda mais pra quem é de família conservadora, que só queria um filho engenheiro, igual a minha. Então to agregando o design gráfico e outras mídias (vídeos etc) para ver se amplio meu atendimento. Com o dinheiro do acerto, comecei a montar um home studio e com o seguro-desemprego, tirei uns meses pra produzir o meu primeiro álbum com músicas autorais (quem quiser conferir: https://hermesomensageiro.bandcamp.com , considerem como uma demo, vocais foram gravados dentro do guarda-roupa). 100% produzido por mim, baixo batera e master feitos digitalmente. O fato é que eu não tenho amigos, parece que nunca tive. Desde quando saí de casa pra trabalhar, em 2015, fui me tornando uma pessoa solitária, e me acostumei com a solitude. A fim de tentar escapar um pouco da solidão, fui pro Tinder, mas lá nunca deu muito certo, eu chego a suspeitar que tem até algo no quesito espiritual, porque as poucas combinações que aparecem custam a me responder, só ignoram minhas mensagens (vê se a carcaça tá muito ruim: https://tinder.com/@hermesomensageiro) Eu lembro de uma frase que vi no filme 'Into the Wild', "Happiness only real when shared", e vou compartilhar a minha com quem? Parece que ninguém quer me dar oportunidade.
Eu não sei se precisava ter escrito isso tudo, talvez fosse só ter perguntado: alguém conhece um pai de santo bom de serviço pela região de Belo Horizonte? Sei que eu tô cansado das coisas darem errado na minha vida. Quero e vou fazer tudo que for preciso pra dar certo, se for preciso invocar Cthulhu, cês me perdoem pela destruição :P
Agradeço pela atenção, ótima noite pra nós _/\_
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2020.09.22 22:50 AnzoLinux Em qualquer discussão sobre desigualdade, estas são as quatro perguntas que têm de ser feitas Sem essas quatro questões, qualquer discussão se torna puramente emotiva, ideológica e estéril

Steve Horwitz
Já escrevi vários artigos e concedi muitas entrevistas contestando a popular afirmação de que a desigualdade está piorando. Os artigos contêm uma ampla variedade de dados (muitos podem ser encontrados aqui e aqui), mostrando que muitas das afirmações sobre essa "desigualdade crescente" de renda ou estão erradas, ou são exageradas ou ignoram outras evidências.

Entretanto, o que eu quero aqui é, especificamente, focar em quatro questionamentos que devem estar no centro de qualquer discussão sobre desigualdade.

Primeira pergunta: estamos falando de desigualdade ou de pobreza?

Com frequência, esses dois problemas se confundem nesse tipo de discussão.

Pobreza diz respeito às condições absolutas em que alguém se encontra. Tem comida? Acesso a água potável? Habitação? Trabalho? Seus filhos podem frequentar uma escola ou se veem forçados a trabalhar? Os critérios são muitos.

Já desigualdade é uma variável relativa, que nada diz sobre as condições absolutas de vida. Para saber se um país é desigual, é preciso comparar seus habitantes mais ricos e mais pobres e ver a distância entre eles. Um país que tenha uma pequena parcela de milionários e o restante da população passe fome é muito desigual. Já um onde todos passem fome é igualitário. A condição objetiva dos pobres em ambos, contudo, é a mesma.

Igualmente, se os mais pobres viverem como milionários, e os mais ricos sejam uma pequena parcela de trilionários, a desigualdade é grande.

As duas coisas, pobreza e desigualdade, se confundem facilmente, de modo que muita gente que se preocupa com a pobreza (com quem não tem, por exemplo, acesso a saneamento básico ou a educação) acaba falando de desigualdade: da diferença entre os mais ricos e os mais pobres. E essa confusão muda a maneira de pensar: pobreza e desigualdade acabam se tornando a mesma coisa, de modo que o melhor remédio contra a pobreza seria a redução da desigualdade, o que via de regra significa tirar de quem tem mais e dar para quem tem menos.

Consequentemente, aqueles que se dizem preocupados com a desigualdade frequentemente começam a discorrer sobre como a situação está ruim para os mais pobres. Aparentemente, tais pessoas presumem que uma desigualdade crescente deve significar que os ricos estão enriquecendo e os pobres, empobrecendo.

Mais especificamente, alguns parecem acreditar que os pobres estão mais pobres porque os ricos estão mais ricos. Isto é, eles supõem que a economia seja um jogo de soma-zero, de modo que, se alguns estão mais ricos, esta opulênciasó pode ter vindo dos pobres.

Sendo assim, limpe o terreno, esclareça os termos e eleve o nível da conversa. Certifique-se de que todos estejam falando a mesma coisa. Porque se estivermos discutindo a pobreza, a evidência esmagadora é a de que, globalmente, a miséria se reduziu dramaticamente nos últimos 25 anos.

Segunda pergunta: estamos falando de desigualdade de renda, de riqueza ou de consumo?

Aqueles preocupados com desigualdade costumam confundir renda e riqueza nessas discussões. Mesmo este famoso vídeo comete esse deslize. Ele começa apresentando dados sobre riqueza, mas, várias vezes ao longo da apresentação — incluindo uma longa discussão a respeito de um gráfico — ele se refere ao salário das pessoas. Salário é renda, não riqueza.

Riqueza se refere à soma de nossos ativos (dinheiro, imóveis, terras, carros e outros bens) menos passivos (dívidas em geral e contas a pagar). A riqueza é um estoque.

Já renda é a variação líquida de nossa riqueza em um dado período de tempo, seja porque ganhamos um salário, um dividendo de uma ação, juros de uma aplicação, ou aluguel do inquilino. A renda é um fluxo.

É possível ter uma grande riqueza, mas uma renda baixa, como uma pessoa idosa que vive só de sua magra pensão ou dos juros de sua poupança, mas que tem uma casa totalmente quitada.

Inversamente, alguém pode ter alta renda e baixa riqueza financeira. Por exemplo, alguém que tem um alto salário, mas gasta imediatamente tudo em bens de consumo.

Os dados serão diferentes dependendo de estarmos falando de riqueza ou de renda. Seja claro nesse tópico.

Desigualdade de consumo é uma terceira possibilidade. Trata-se da diferença entre o que ricos e pobres podem consumir. As evidências disponíveis sugerem que a desigualdade de consumo é muito menor que a de renda ou riqueza, principalmente nos países mais desenvolvidos. Os lares dos americanos pobres possuem quase todas as coisas que os lares ricos, ainda que de qualidade mais baixa. E a distancia entre ricos e pobres neste quesito se estreitou nas últimas décadas. Uma vez que, em última análise, é o que consumimos o que interessa, essa é uma questão que tem de ser deixada clara em eventuais discussões.

Como dito neste artigo: a riqueza de Bill Gates deve ser 100.000 vezes maior do que a minha. Mas será que ele ingere 100.000 vezes mais calorias, proteínas, carboidratos e gordura saturada do que eu? Será que as refeições dele são 100.000 vezes mais saborosas que as minhas? Será que seus filhos são 100.000 vezes mais cultos que os meus? Será que ele pode viajar para a Europa ou para a Ásia 100.000 vezes mais rápido ou mais seguro? Será que ele pode viver 100.000 vezes mais do que eu?

O capitalismo que gerou essa desigualdade é o mesmo que hoje permite com que boa parte do mundo possa viver com uma qualidade de vida muito melhor que a dos reis de antigamente. Hoje vivemos em condições melhores do que praticamente qualquer pessoa do século XVIII.

Terceira pergunta: e a mobilidade de renda?

Os que se preocupam com a desigualdade frequentemente pontificam como se os ricos, que estão ganhando cada vez mais, e os pobres, que estão ganhando cada vez menos, fossem sempre os mesmos, ano após ano.

Eles veem aquelas estatísticas que mostram que os 20% mais ricos detêm hoje uma fatia da renda nacional maior do que 30 anos atrás, ao passo que os 20% mais pobres detêm uma fatia menor. Daí, concluem que esses ricos são exatamente os mesmos, e que eles ficaram ainda mais ricos; e que os pobres são exatamente os mesmos, e que eles ficaram ainda mais pobres.

Muito bem.

Sobre os pobres terem ficado mais pobres, esta é uma conclusão que, como já dito, simplesmente não se sustenta. Os pobres enriqueceram nos últimos anos (veja o gráfico 1 deste artigo).

Falemos então sobre a mobilidade de renda, que é o que está sendo realmente ignorado. Comparações entre dois anos separados entre si por décadas são retratos estáticos de um processo dinâmico. O que essas comparações realmente dizem é que "aqueles que eram ricos no ano X detinham Y% da renda nacional; e aqueles que são ricos no ano X + 25 — pessoas completamente diferentes daquelas do ano X — detêm Z% da renda nacional".

Em outras palavras, as pessoas e famílias que abrangem "os ricos" muda ano a ano. E o mesmo ocorre para os 20% mais pobres.

Uma fácil comprovação disso é você olhar a lista de bilionários da Forbes, publicada anualmente. Praticamente todas as pessoas que figuravam na lista em 1987 — primeira vez em que ela foi publicada — não mais estão nela hoje.

Há um grande e controverso debate entre economistas sobre quão fácil ou difícil é para uma pessoa que é pobre em um dado ano ter maiores fluxos de renda nos anos seguintes. Este é o debate. Que a mobilidade de renda realmente existe, isso não mais está em questão.

A conclusão é que você não pode falar sobre desigualdade sem, ao menos, discutir o grau de mobilidade. Se o que incomoda as pessoas no que diz respeito à desigualdade é a suposição de que os pobres estão estagnados ou empobrecendo, então, explorar o grau em que isso é realmente verdade é essencial à discussão.

Quarta pergunta: quais, exatamente, são os problemas causados pela desigualdade?

Se você já conseguiu esclarecer o que todos os debatedores pensam sobre as três primeiras questões, faça então a pergunta: se a pobreza está se reduzindo e, mesmo na atual condição, os pobres ainda conseguem manter um padrão de consumo decente, o que, exatamente, há de errado com a (crescente) desigualdade?

Pela minha experiência, uma resposta comum é que, mesmo se os mais pobres estiverem enriquecendo, o aumento ainda maior na prosperidade dos ricos confere a estes um acesso injusto ao processo político. Os super-ricos transformarão seu poder econômico em poder político, frequentemente de maneira que redistribui recursos para eles próprios e seus amigos.

Esta, obviamente, é uma preocupação legítima, mas observe que a conversa, subitamente, mudou da desigualdade em si para os problemas dos conchavos políticos, do capitalismo de estado (ou "capitalismo de quadrilhas") e do fato de haver um estado com poder suficiente para se criar tais distorções.

Para atacar esse arranjo estatal corporativista e reduzir a capacidade dos ricos de transformar riqueza em poder político há várias soluções que não envolvem a redistribuição forçada de renda — a qual, no final, faz com que ainda mais dinheiro vá para políticos e seus mecanismos.

Aqueles que levantam essa preocupação estão, na prática, reclamando apenas do compadrio gerado pelo estado, não da desigualdade em si. A fonte do problema é o estado, cheio de benesses e de favores a serem distribuídos, o qual, indiscutivelmente, se tornaria ainda mais poderoso e distorcivo caso os preocupados com a desigualdade tivessem suas políticas favoritas aprovadas.

Por fim, mesmo aqueles que são céticos em relação aos argumentos de que a desigualdade seja problemática, podem concordar que tem havido alguma redistribuição de riqueza do pobre para o rico nas últimas décadas. Isso se dá, majoritariamente, por causa das políticas do governo que favorecem quem já está próximo ao poder, seja devido aos exorbitantes salários que funcionários públicos de alto escalão recebem, seja por causa de sua política de expansão de crédito subsidiado para grandes empresas, seja por causa de suas políticas protecionistas que protegem as grandes indústrias criando uma reserva de mercado e impedindo os pobres de comprar bens mais baratos do estrangeiro, seja por causa de sua política fiscal que, ao incorrer em déficits orçamentários, aumenta a riqueza dos compradores dos títulos públicos.

Não nos esqueçamos também da exigência de licenças profissionais e dos encargos sociais e trabalhistas que dificultam a obtenção de trabalho pelos mais pobres, que costumam ser menos qualificados e não justificam o preço exigido como mínimo a ser pago por sua mão-de-obra.

Há, ainda, tentativas governamentais de regular e até mesmo banir o Uber, o Lyft, o AirBnB e todas essas empresas da chamada "economia compartilhada". Essas são, justamente, as melhores alternativas para alguém que não está encontrando oportunidades conseguir uma fonte de renda, já que é a área da economia menos controlada pelo governo que se conhece.

Por fim, vale ressaltar que é o estado quem impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas e se integrar ao sistema produtivo.

Todas essas políticas são problemáticas justamente porque aumentam a desigualdade e a pobreza de forma artificial. Com efeito, uma discussão muito mais interessante incluiria qual o papel dessas políticas estatais na criação das desigualdades artificiais em oposição às desigualdades naturais, que são aquelas que surgem espontaneamente no mercado em decorrência da maior aptidão de cada indivíduo.

Conclusão

Novamente, os leitores interessados em dados devem consultar as duas monografias linkadas no primeiro parágrafo do artigo. No entanto, mesmo sem os dados, essas são as quatro perguntas que valem a pena ser feitas numa conversa sobre desigualdade se você quer realmente chegar ao cerne do que está em jogo e persuadir aqueles preocupados com a crescente desigualdade a ver a questão por um ângulo diferente.

___________________________________________________
https://www.mises.org.barticle/2632/em-qualquer-discussao-sobre-desigualdade-estas-sao-as-quatro-perguntas-que-tem-de-ser-feitas
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2020.09.20 14:53 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

Olá amigos. No post anterior introduzi levemente o espírito desta série, e este é o primeiro capítulo "a sério" da série. Este capítulo versa sobre o processo de preparação para a mudança e o "primeiro embate" da chegada ao novo país; que assuntos tive que tratar imediatamente antes de me mudar, assim como assim que cheguei. Como tenho dito, esta experiência é pessoal, e é importante que entendam que não se aplicará certamente a todos. Riam-se, chorem, e deixem os vossos pensamentos na caixinha em baixo.
Ao longo do texto vão ver uns números entre parênteses rectos ([XXXX]). Isto são referências que estão por extenso perto do fim do post, na secção apropriadamente denominada "Referências".

Take-Aways Principais

Eu gosto de ter uns bullet points com as ideias principais que se devem reter de cada capítulo, uma espécie de "se não leres mais nada, lê isto" do capítulo. Os deste capítulo rezam assim:
Os detalhes estão no texto por aí abaixo.

A odisseia do trabalho científico em Portugal

Já alguma vez tiveram aquele sonho em que querem gritar e não conseguem? Aquela sensação quase infantil de impotência, do pavor da inacção e do pasmo em relação ao que quer que seja que se está a desenrolar à nossa frente? Ou aquele em que querem esmurrar alguém mas não acontece nada? A sensação de impotência é, pessoalmente, das piores que podemos ter; a de querermos fazer alguma coisa, acharmos que sabemos o que fazer e não conseguirmos.
Trabalhar no tecido académico e de micro-empresas português (vulgo technology transfer) é um bocadinho assim. Por mais que um gajo se esforce, é muito difícil escapar à subsidio-dependência, à chico-espertice, à mediocridade, à inexperiência, à falta de processo e, acima de tudo, à falta de recursos. Por bom que seja o sonho, por interessante que seja o projecto, por positivo que seja o ambiente de trabalho, por porreiros que sejam os colegas, há uma sensação latente de "isto não vai dar para construir uma carreira". Isto torna-se particularmente agudo quando se trabalha numa área de tecnologia de ponta, para a qual inevitavelmente o mercado português está pouco desenvolvido. Não havendo mercado, a empresa vira papa-projectos e passa a viver de fundos comunitários, QRENs, COMPETEs, H2020s e coisas que tal. O tempo que se devia gastar em desenvolvimento é gasto a tentar convencer revisores de projectos a darem-nos mais uma esmola, e todos os projectos são uma corrida ao fundo: como é que conseguimos fazer esta omelete bonita com muito poucos ovos? Será que precisamos mesmo de duas pessoas para fazer isto, não dará só uma? Certamente o equipamento X também dá para este projecto.
Um aspecto particularmente doloroso neste ambiente é a altíssima rotatividade dos colegas. Quando se trabalha nestas condições tende-se a depender de recursos precários: bolseiros de investigação, estágios IEFP, estágios profissionais, estágios académicos, e por aí fora. Isto torna imediatamente impossível treinar alguém para fazer alguma coisa de jeito, e dei por mim a ensinar 3 ou 4 pessoas a fazer a mesma coisa em ocasiões diferentes ao longo dos anos. Nunca ninguém fica e toda a gente parte para outra, seja porque a empresa não lhes pode pagar, ou porque são incompetentes demais para nos darmos ao trabalho de lhes tentar arranjar financiamento. As caras e os nomes confundem-se numa espécie de groundhog day tecnológico em que cada ano que passa temos as mesmas conversas. Um tipo que vá ficando, ora porque é bom ou porque é teimoso, vai dando por si a avançar na idade ao mesmo tempo que os colegas não. A certo ponto, todos os meus colegas eram pelo menos uns 4 ou 5 anos mais novos que eu; ora se até eu quase nem tinha barba (hipérbole), então eles estavam mais verdes que as bananas da Costa Rica quando chegam ao Continente.
Quando me perguntam porque é que os portugueses têm tendência a se dar bem lá fora, aponto-os sempre para as condições em que somos habituados a fazer trabalho world-class. As publicações a que submetemos artigos não querem saber das nossas dificuldades; querem papers de qualidade. As agências de financiamento não querem saber de rotatividade, querem saber de know-how, track record e orçamentos. O trabalho que temos que entregar para sobreviver tem que ser de topo, ao mesmo tempo que as condições são de fundo. Pega-se num tipo habituado a isto, senta-lo numa cadeira de 300€, dá-se-lhe 3 monitores e um portátil que dava para comprar um carro, e é natural que o desempenho seja incrível.
Eu não me considero um perfeccionista (e acho que quem se considera perfeccionista pensa demais de si próprio) mas procuro estar numa constante curva ascendente no que toca à qualidade do meu trabalho. Umas vezes a curva é mais inclinada, outras vezes é menos inclinada, mas a cada dia estar um bocadinho melhor que no dia anterior. Aliás, quem me conhece sabe que esse é um traço que aplico em quase tudo: no trabalho, na vida, no desporto, etc. Antes de me mudar sentia que tinha batido no tecto da qualidade do que podia entregar. O meu esforço era máximo e o factor limitador da qualidade da entrega era a forma como o trabalho que eu tinha para fazer era entregue. Não havia tempo suficiente para inovação, era preciso planear de forma irrealista (e entregar de forma irrealista) para se conseguir fazer o malabarismo de todos os projectos. A constante mudança de contexto comia horas todos os dias.
A ética de trabalho portuguesa é, geralmente, horrível. Se eu trabalhei as minhas 8h, entreguei o que tinha para entregar e não tenho horário de trabalho, então vou sair às 16h. Ou chegar às 10h. Geralmente, fazer menos que 9-19 é mal visto, e eu fui sempre muito vocal (se calhar de forma prejudicial para mim próprio) acerca do quão estúpido isso me parece. Cheguei a ouvir algo semelhante a "tu és daqueles gajos que vão de férias desaparecem do mapa". Não é esse o objectivo das férias?

Um dia destes decidi mudar-me para o UK

Então um dia desatei a mandar CVs por esse mundo fora, a ver o que colava. Inevitavelmente, apareceram-me várias ofertas interessantes, a melhor das quais no UK. Contas feitas, a oferta praticamente multiplicou o meu salário bruto por 5 (talvez um bocadinho mais), empurrando-me de um salário mediano em Portugal para um salário bastante acima da média no UK. Esta é daquelas particularidades a que me refiro quando digo que a minha experiência é extremamente pessoal: eu tive a sorte de gostar e ter talento para trabalhar nesta área, e a dupla sorte de ser uma área em que simultaneamente há muita oferta e pouca procura de trabalho. Meio ao calhas cultivei um skillset muito valioso, ou que consegui vender bem. Infelizmente, para manter esta conta dissociada da minha identidade não vos posso especificar qual é; somos poucos, tornava-se muito fácil encontrar-me pelas publicações.
Curiosamente, está agora (à data da escrita) a fazer um ano que me decidi mudar. Nessa altura, a maior preocupação de quem se mudava para o UK era o Brexit, mas houve uma série de factores que me acalmaram:
Acerca deste último: ser estrangeiro no UK ou ser em qualquer outra parte é, para mim, semelhante. Então, se o Brexit por alguma razão resultasse numa perseguição aos estrangeiros, ou numa forte desvalorização da libra, etc, a minha situação ainda assim seria melhor que antes. Teria um CV mais rico, experiência adicional na indústria, e dinheiro no banco, tudo factores que facilitariam a mudança para um país terceiro.
Portanto com os factores políticos resolvidos por ora, e com a família a apoiar, lá me decidi.
Lá vim eu.

Preparação

A preparação para a mudança dividiu-se em:
Para benefício máximo meu e das duas empresas envolvidas, decidi reservar apenas umas 3 semanas sem trabalhar para tratar de tudo. Arrependi-me profundamente: devia ter fodido uma das empresas (a velha, potencialmente) e tido mais tempo para mim e para os meus. Naturalmente, houve muito que pude fazer enquanto trabalhava, como tratar da documentação. A logística foi um pesadelo; tive que esvaziar o apartamento em 2 dias e encontrar forma de arrumar tudo o que tinha na minha casa de família. Uma boa parte ficou por fazer pois queria passar tempo com a família em vez de arrumar merda. Tive que denunciar o contrato de arrendamento, da energia, da água e das telecomunicações. Obviamente, a Vodafone foi a mais merdosa no meio disto tudo, primeiro porque queriam que pagasse a fidelização (tive que demonstrar que vinha para o estrangeiro), e depois porque queriam cobrar o equipamento apesar de o ter entregue a horas e em boas condições. Típica escumalhice de telecom portuguesa, nada de novo.
A preparação legal foi mais cuidada. Para referência, a documentação que preparei foi:
Também nomeei (por procuração) um representante legal em Portugal. Inicialmente pareceu-me overkill, e apenas o recomendaria se tiverem alguém que seja de muita, muita confiança. Mas para mim tem sido muito útil, pois essa pessoa pode-me substituir em qualquer todos os compromissos, requerer a emissão de documentação em meu nome, transaccionar os meus bens (tipo vender o carro velho) e negociar em meu nome com as telecoms quando se armam em parvas (ver Vodafone acima). A pessoa que ficou com esta responsabilidade é da minha absoluta confiança, mas mesmo assim é um compromisso que deve ser mantido debaixo de olho e apenas pelo tempo necessário.
Às tantas perguntei-me "sua besta, já pensaste em quanto dinheiro vais gastar?" Bom, através de uma combinação de salário baixo e escolhas financeiras pouco saudáveis (que reconheço mas não quero detalhar), as minhas poupanças resumiam-se a uns míseros 2000€. Amigos, 2000€ não é dinheiro nenhum. Precisava de mais. Pelas minhas contas, e porque não vinha sozinho, precisaria de cerca de 15000€ para fazer isto com algum descanso, ainda que não conforto.
Lembram-se de quando tivemos uma crise "once in a lifetime" em 2008? Aquela da qual vamos ter saudades agora em 2021? Essa mesmo. Uma consequência engraçada dessa crise foi que as pessoas se habituaram a fazer crédito ao consumo, e os bancos habituaram-se a emprestar dinheiro como quem dá cá aquela palha, já que o Estado depois os resgata e ninguém vai preso. Como sempre trabalhei, paguei os meus impostos e nunca tive dívidas, pude pedir um crédito pessoal para pagar a mudança inicial. 15k no banco, check.
Obviamente não o gastei todo, e a empresa para onde fui trabalhar devolveu-me uma esmagadora parte do que gastei através de um fundo de "relocation expenses". A empresa pagou (mas eu tive que adiantar):
Em cima disso, paguei eu:
Admito que fiz algumas escolhas controversas, e houve muito dinheiro perdido em conversão de moeda. Podia ter ficado fora da cidade enquanto procurava apartamento, podia ter comprado mobília mais barata, podia ter dormido no chão, podia ter comprado malas mais baratas, podia ter andado de comboio em vez de alugar carros quando precisei. Mudei-me de uma forma que considero "medianamente confortável": não o fiz luxuosamente, mas dei-me ao luxo de trazer a Maria, de não ter que partilhar casa e de evitar largamente transportes públicos. Com o dinheiro que a empresa me devolveu constituí um fundo de emergência. Não liquidei logo a dívida porque entendo que é mais importante ter um fundo de emergência do que estar debt-free (mais sobre isso daqui a um post ou dois).
São escolhas. Emigrar é caro, amigos. Conheço quem o tenha feito com 200€ no bolso, mas não é confortável e não quero isso para mim.
Praticamente foi tudo pago através do Revolut. Criei uma conta pouco antes de vir, comprei o premium para não ter limites de conversões, e usei. Inclusivamente recebi lá o primeiro salário enquanto não criei a conta no banco.
A preparação emocional foi a menos complicada. O meu núcleo duro é relativamente pequeno, e toda a gente estava preparada há muito tempo para que eu "fugisse"; era conhecido praticamente desde que tinha começado o PhD que a minha área não era viável em Portugal, e que estava revoltado com a ética de trabalho merdosa. Naturalmente a minha mãe não gostou da ideia, mas são coisas da vida. Ainda assim, um conselho: não se armem em fortes e não descuidem a preparação psicológica/emocional que é necessária para este tipo de viagem. Eu sei que pessoas diferentes têm níveis de resiliência diferentes, mas o português tem muito a mania de achar que é o maior; cuidado com isso. Além disso, não deixem que estas preparações vos tomem todo o tempo que têm; guardem tempo para estar com a família, para lazer, e para descansar. Eu deixei-me consumir um pouco e não foi bom.

Como não ser sem-abrigo

Aterrei em meados de Setembro num dia nublado com duas malas de 30kg, uma mochila para mim e outra para a Maria, e a convicta certeza de que me estava a foder. Tinha cerca de 2.5 semanas até começar a trabalhar, e até lá a missão era só uma: encontrar um apartamento. Há muito para dizer acerca da habitação no UK, vou escrever um post só para isso e por isso aqui vou focar apenas na experiência do recém-chegado.
Eu decidi que não estava disposto a arrendar pelo privado; iria sempre através de uma agência imobiliária. Como não tinha tanta familiaridade com o mercado nem com a legislação, achei que seria mais seguro ir por essa via mais cara e minimizar a possibilidade de ser ludibriado. Recomendo vivamente. Então comecei a encetar contactos por telefone para marcar visitas a apartamentos.
E aí bateu-me.
Eu não conseguia perceber nada do que estes caralhos diziam ao telefone. NADA. "Ahka hrask apfiasdafsd duja sudn" diziam eles, e eu "sorry, I have a really bad connection, could you repeat that?" e eles lá repetiam mais calmamente "G'mornin, how can I help you today?". Muita vez disse eu que tinha pouca rede, a ver se eles abrandavam um bocadinho. E funciona! Top tip: se estiverem a tentar perceber o que eles dizem por telefone, queixem-se da ligação; o serviço móvel no UK é tão mau que eles vão na conversa.
Agora, eu sei falar inglês, ok? Naveguei perfeitamente bem as entrevistas, tenho dúzias de publicações em inglês "impecável", e trabalho em inglês há anos e anos. O problema é o seguinte: falar inglês enquanto se trabalha e escrever coisas em inglês são ambos experiências muito diferentes da de tentar falar com um nativo com sotaque, que assume maneirismos e expressões que não conhecemos, sobre locais que não conhecemos e dentro de um sistema (de arrendamento) que não conhecemos, tudo isto por telefone e sem poder ler nos lábios nem ler expressões corporais.
Com algum desenrascanço tipicamente português fui enchendo os dias de visitas a apartamentos na zona. Num dos dias aluguei um carro para ir ver apartamentos numa cidade vizinha (onde até acabei por ficar), algo que recomendo vivamente. Durante essas semanas vimos facilmente uns 25 apartamentos, talvez mais. As primeiras impressões foram:
(Um aparte acerca da alcatifa: se tiverem uma casa toda alcatifada comprem um robot aspirador de qualidade e aspirem todos os dias, até mais do que uma vez. A vossa qualidade de vida vai aumentar 1000 vezes.)
Escolhido o apartamento, fizemos uma oferta/candidatura. Oferecemos o valor que o senhorio pedia e, já tendo falado com muitos agentes, ofereci-me para pagar o contrato inteiro de 6 meses no dia da entrada. O que se seguiu foi um processo que, para mim, era completamente estrangeiro: o de "referencing" do potencial arrendatário. Pediram-me as moradas anteriores até 3 anos e os contactos dos senhorios, assim como a minha morada de família permanente e (muitos) dados pessoais. Essa informação foi usada para verificar que eu não era um impostor, e para verificar que tinha o hábito de pagar a renda. Ligaram para a minha antiga senhoria portuguesa, uma senhora de 82 anos, a perguntar se eu pagava a renda. Por mero acaso ela fala inglês (foi investigadora) e soube-lhes dar resposta, mas achei a atitude absolutamente desnecessária. Lembro-me de me sentir ofendido; "mas estes filhos da puta acham que pagar 6 meses à cabeça não chega?"
Seguiu-se um contrato de arrendamento para uma Assured Shorthold Tenancy [1], que é a modalidade "normal" de arrendamento para habitação por aqui. O agente imobiliário tratou de toda a papelada, mas eu tirei um dia para ler todo o contrato e verificar se batia certo com o que conhecia da lei daqui, o que recomendo vivamente. Atenção que a partir de meados de 2019 as taxas cobradas pelos agentes imobiliários passaram a ser limitadas por lei [2], por isso se vos pedirem alguma taxa administrativa mandem-nos sugar no pénis mais próximo. Na altura disseram-me que o normal, antes dessa mudança, seria o arrendatário pagar uma taxa de 700 libras à imobiliária pelo serviço. Era matá-los.
Assinado o contrato, ficou fixada uma data para entrada no apartamento. O valor a pagar é esperado nesta altura, no momento imediatamente precedente à entrega das chaves, o que significa que é preciso ter esse dinheiro disponível num cartão aceite pela imobiliária. Obviamente que é possível pagar por transferência, mas isso pode atrasar a data de entrada, e eu estava a pagar hotel por isso tinha interesse em me despachar.
Este processo foi, para mim, extremamente stressante. Até ao momento em que temos a chave na mão, o nível de incerteza é altíssimo: vou precisar de estender a estadia no hotel? Vou ter dinheiro que chegue caso o senhorio recuse o arrendamento? Será que vou ter que procurar noutra zona? Será que vou conseguir fazer isso enquanto trabalho? Para mim, encontrar a primeira casa foi facilmente a parte enervante da mudança. Agora já tenho uma posição muito mais sólida: conheço a zona, conheço o mercado, tenho um pé de meia e transporte próprio. O início custa muito mais.

Burocracias adicionais a tratar no início

Além da casa, que era a minha primeira preocupação, há um outro conjunto de coisas que têm que ser tratadas quanto antes:

Referências

[1] https://england.shelter.org.uk/housing_advice/private_renting/assured_shorthold_tenancies_with_private_landlords [2] https://www.gov.uk/government/collections/tenant-fees-act [3] https://www.gov.uk/council-tax [4] https://www.gov.uk/tax-codes [5] https://www.gov.uk/income-tax/how-you-pay-income-tax

Capítulos Anteriores

O próximo capítulo deve ser mais sobre habitação ou sobre compramanter carro e conduzir. Depende de qual o capítulo que acabar por ficar pronto mais cedo. Às tantas calha ser outro qualquer ¯\_(ツ)_/¯
Se este post gerar uma resposta tão forte como os outros, é possível que eu não consiga responder a todos os comments. Se for esse o caso, peço desculpa; vou dar o meu melhor.
No outro post alguém (um mod?) colocou o flair "Conteúdo Original". Não encontrei esse por isso pus "discussão".
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
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2020.09.18 16:15 celtiberian666 Dividendos deixam você mais pobre (ou menos rico) em empresas boas!

TL;DR: em empresas com P>VPA e portanto ROE>earnings yield, como é o caso da maioria das empresas boas, você terá mais patrimônio com ela retendo lucros e reinvestindo e menos patrimônio recebendo dividendos e comprando mais ações dela.
Se alguém de vocês já leu as letters do Buffet, leu o seguinte na carta de 1992: "the best business to own is one that over an extended period can employ large amounts of incremental capital at very high rates of return."
Essa frase inspirou a simulação do tópico.
Vamos partir de três empresas boas com ROE de 15% cada uma, sem dívidas, cada uma atuando dentro de uma franchise*, ou seja, com vantagem competitiva durável e possibilidade de reinvestir dentro de core business ou negócios adjacentes na mesma taxa de retorno (ou seja, patrimônio adicional aufere mesmo ROE). Em resumo: empresas BOAS, cujo destino vai ser alterado só pelo payout. Todas com histórico até hoje parecido, mais de 5 anos de lucros consistentes, setores comparáveis, small caps com amplo espaço para crescer e negociadas nos seguintes parâmetros: LPA 0,375, P/L 14, VPA 2,5, Preço por ação 5,25 (parâmetros aleatórios consistentes com qualquer empresa da bolsa). Então cada uma coloca um compromisso diferente no estatuto:
Você pode até imaginar que são empresas idênticas, a mesma empresa com mesmo nome e produtos, apenas em 3 universos paralelos, em cada universo tiveram uma política diferente de dividendos. Tudo nelas é idêntico, o sucesso delas vai ser o mesmo (cada real retido na empresa vai retornar o mesmo ROE em termos de incremento de lucro).
Você tem R$5.250 para comprar mil ações de alguma delas e segurar por 30 anos, qual compra? Qual delas vai ter maior retorno após 30 anos - considerando reinvestimento de dividendos para as que pagarem? Será que é tudo igual se reinvestir os dividendos? Quem é caçador de investimentos voa direto na de 6,8% de yield igual mosca buscando esterco, mas termina como?
Segue o resultado final.
Segue a evolução ao longo do tempo.
A conclusão é óbvia: o pagamento de dividendos fez os acionistas de B e C mais pobres em relação à A. Quem caçar dividendos vai se agarrar na empresa C e perder dinheiro.
São exatamente as mesmas empresas. Mesmos parâmetros iniciais e mesmo sucesso no reinvestimento do lucro, a única diferença é a taxa de retenção e reinvestimento do lucro no próprio negócio. A empresa A, que reteve e reinvestiu todo o lucro entregou 66x o capital, típica empresa de crescimento. Já a empresa B que pagou quase tudo em dividendos entregou 9x mesmo usando a totalidade dos dividendos para comprar mais ações.
Por que isso aconteceu com as empresas? O acionista da Empresa C terminou com mais de 7 mil ações dela, mas de uma empresa com LPA de apenas 0,47 pois não havia capital para investir na expansão dos negócios. Já o acionista da Empresa A terminou com as mesmas 1000 ações, mas com LPA de 24,83 pois reinvestiu no negócio.
O reinvestimento dos dividendos entrega menos valor que a simples retenção primária na empresa pois é raro uma empresa boa ser listada com P/VPA de 1 ou menos, e qualquer múltiplo maior que 1 significa que receber dividendos e comprar mais ações será desvantajoso frente à empresa reter e reinvestir diretamente. Claro que alguém pode garimpar algum exemplo de empresa boa que em algum momento não esteve negociada assim, tanto faz, em 99% do tempo vão ter essa característica e a mensagem se mantém. E eu ainda fui bem conservador nos múltiplos, na prática quanto melhor for a empresa mais os dividendos vão te deixar pobre pois os múltiplos na prática são mais esticados que os do exercício, o que aumentaria a diferença. Ou seja: quanto melhor a empresa, mais a retenção do lucro vai ser vantajosa e o dividendo vai ser desvantajoso.
Vou repetir para quem não leu direito: quanto melhor for a empresa mais os dividendos vão te deixar pobre.
E se depois de 30 anos todas começam a pagar 90% de payout (A e B atingem maturidade)? Segue o resultado de renda passiva anual que cada uma daria com payout de 90%:
Dividendos significam menos dividendos futuros.
Ou seja, quem ficou caçando dividendos terminou com menos renda de dividendos. Isso já é fenômeno conhecido em análise de empresas de crescimento. Essa é a cereja do bolo: se o seu objetivo é maximizar dividendos, não fique caçando dividendos. Empresas boas de crescimento terminam pagando mais dividendos em sua maturidade.
Segue a memória de cálculo para fins de referência: https://i.imgur.com/l8KbzkZ.png
A empresa C poderia alavancar com dívida para crescer mesmo com payout alto? Poderia. Mas para manter a comparação justa, fazendo a mesma alavancagem nas outras duas empresas vai fazer a C perder da mesma forma pois o total de reinvestimento próprio + terceiros ainda seria menor na empresa C. O exercício é sem dívida e sem inflação para simplificar o exemplo, mas pode colocar dívida e inflação no meio que haverá o mesmo resultado. Pode fazer a cotação ser uma senóide em volta de preço junto que vai ser o mesmo resultado. Pode considerar teste de sensitividade para diversos cenários de juros afetando valuation que vai ser o mesmo resultado. A empresa que retém todo o lucro e reinveste com alto retorno vai entregar mais retorno ao acionista que outra que, ceteris paribus, paga muitos dividendos.
Isso não é invenção minha, já é conhecimento difundido. Eu apenas fiz um exemplo ilustrado e um título chamativo mas verdadeiro. Sempre dizemos que dividendos tanto faz, na verdade é até pior: em empresas boas dividendos te deixam mais pobre que não-dividendos se a empresa podia reter e reinvestir.
Sempre que uma empresa paga dividendos, seja por razão real de negócios como não ter projetos de investimento atrativos, ou por uma razão externa aos negócios como acordo de acionistas ou controlador quebrado exigindo dividendos (lembram da OI? Eletrobrás?), ela estará gerando menos valor ao acionista que o best business to own que retém TUDO e reinveste. E ainda falando em Buffet: a Berkshire Hathaway foi uma máquina de fazer milionários justamente por ser uma máquina de reter capital e reinvestir bem. Se pagasse dividendos não teria nem perto o crescimento histórico que obteve.
Isso não é difícil de verificar no mundo real como acontece. Quantos de vocês já trabalharam em setor financeiro ou consultoria em alguma empresa real? Quem já teve qualquer contato com as aprovações de investimentos para o ano seguinte sabe que é comum ver TIRs acima de 20%, sejam em projetos pequenos como o retrofit de uma máquina, sejam em projetos grandes como nova fábrica, nova linha de produtos, comprar um concorrente, etc. A questão é: as opções de investimento atrativo em uma empresa costumam ser maiores e com melhor retorno que as opções que um pequeno investidor vai ter diante de si no mercado de capitais, e a empresa só deve pagar dividendos caso tenha excesso de caixa e não tenha nenhum projeto atrativo na relação risco-retorno para o presente ou no horizonte próximo.
"Aaaaaaaaah mas não pode usar mesmo P/L em todas", tudo bem, tanto faz, não muda nada. Se botar P/L 40 para A, 15 para B e 10 para C os ganhos finais resultam em A 66x, B 23x, C 19x. A mensagem se mantém. Mesmo com dividend yield de 9,5% nesse caso a empresa que paga mais dividendos ainda retorna menos de 1/3 que a empresa A.
E quem precisar de fluxo de caixa? Fazer vendas mensais da empresa A desde o primeiro período, no mesmo valor líquido (após IR) dos dividendos da empresa C (ou seja, entregando mesmo fluxo de caixa líquido para o investidor usufruir) mesmo assim termina com mais patrimônio no longo prazo. Só fica atrás nos anos iniciais.
Mas então por que existe a tara por dividendos? Simples: por motivos históricos e viés psicológico.
  1. Motivos históricos mundiais: no passado os balanços das empresas não eram exatamente confiáveis, as auditorias não eram exatamente precisas e o dividendo era a única materialização confiável do direito econômico do acionista. Junto com o lucro contábil dos últimos 10, 15 ou 20 anos era sempre observado também o dividendo por ação, que para uma empresa ser considerada boa devia ser pago todos os anos, em quantidades crescentes. Já fazem algumas décadas (mais nos EUA, menos no BR) que não é necessário se agarrar a dividendos, os balanços são suficientemente confiáveis para serem usados como parâmetro. Essa tara já caiu nos EUA principalmente pela taxação de dividendos, pagar dividendo destrói valor quando comparado com recompra (e para lá nos vamos, aparentemente, no Brasil em breve).
  2. Motivos históricos no Brasil: nos '70 e '80, com inflação galopante, a análise de balanços era sempre muito mais difícil e prejudicada, e nosso mercado de capitais era um ovo, com enormes distorções. O que havia de concreto era calcular dividend yield em dólar. Por que deu certo? Justamente por época de grande incerteza e mercado de pouca liquidez haviam enormes distorções, era comum pegar empresas com 20%+ de yield em dólar, distorções que não existem mais. Eu já ouvi dinossauros da bolsa me falando em yields de 20% e achava que era história de pescador, só acreditei depois de ler o livro do Décio Bazin que mostra justamente isso (livro recomendado a todos, peça de história do mercado de capitais nacional).
  3. Viés psicológico: o dividendo é fácil de visualizar, ele está na sua conta, aumenta seu saldo. Você acha que ganhou alguma coisa. É o clássico "o que se vê". O lucro retido e reinvestido não tem uma fácil visualização como essa e nem aumenta o saldo da sua conta aqui e agora, é "o que não se vê", mas aumenta seu patrimônio futuro na medida em que os projetos nos quais a empresa investiu vão dando resultado.
Finalizo comentando que, como o próprio Buffet comenta na letter de 1992, empresas capazes de empregar quantidades crescentes de capital com alta taxa de retorno são raras. O mais comum são as empresas de alto retorno acabarem precisando de pouco capital (ou se não pouco, menos do que geram sozinhas). Porém as poucas que conseguem isso são as que entregam 50, 100, até 1000x no longo prazo. A melhor forma de ter elas na carteira é tendo uma carteira diversificada, não tentar adivinhar nada.
AVISO AOS BURROS: não é pra se deslumbrar com isso e considerar que payout correto é 0,00%. Se a manada 1 corre atrás de dividendos, não seja a manada 2 que quer ir contra mas termina perdendo mais ainda. Dividendos não são ruins nem bons per se. A empresa reter e investir com sucesso gera mais valor - mas isso pode não ser possível para aquela empresa naquele momento. A decisão correta depende da gestão. Se não há projetos - de todos os níveis, sejam operacionais, táticos ou estratégicos - com taxa de retorno atrativa frente aos riscos a empresa vai devolver o lucro aos acionistas na forma de dividendos e isso é o correto a fazer. Além disso algumas empresas trabalham crescimento com dívida e pagam boa parte do lucro em dividendos (ex: Taesa, Fleury, etc), também não quer dizer ser necessariamente ruim nem bom, se a empresa não tiver projetos nos quais aplicar o capital adicional que a retenção traria (além do que já investiu com alavancagem) então está correto pagar, caso contrário está destruindo valor. O resumo é: invista em empresas boas em cuja gestão você confie, dessa forma não importa se pagar ou não dividendos, você ao se tornar sONcio aceita que estão tomando a melhor decisão naquele momento.
* há teorias que indicam que crescimento fora de franchise, fora de vantagem competitiva durável, é meramente empilhar capital portanto sem valor econômico real, por isso do exemplo usar essa condição.
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2020.09.17 04:51 alexroll850 Tá difícil continuar com essa palhaçada chamada e vida. [+ Wall]

Tudo virou uma bagunça, ou sempre foi... nem sei mais. Tenho 25 anos e sou pobre e pra completar o pacote sou ferrado mentalmente. Não queria desabafar, mas infelizmente eu não tenho amigos e nem tenho condições de ir a um psicólogo ou coisa parecida. Sem mais delongas, vou tentar colocar pra fora essa "tristeza abstrata" que me come por dentro a mais de uma década.
Sempre fui um cara considerado tímido e de fato sou e me identifico como tal, nos últimos anos eu melhorei bastante nesse quesito, porém percebo que ser extrovertido não é de minha natureza. Minha vida profissional e meu futuro é uma incógnita e as vezes nem penso nisso pra não me frustrar ainda mais. Quando sai da Escola fiquei bem perdido e ficava em casa escutando de meus pais o quanto eu era inútil e "preguiçoso", sentia muita vergonha de mim, por que me senti perdido, não era por maldade... enfim, nunca ninguém me entendeu mesmo e sofri calado como sempre. Fiz alguns cursos técnicos, porém não segui nada, apenas para "fazer algo" e ocupar meu tempo mesmo eu sabendo que aquilo não daria em nada. Esse descaso com minha vida acadêmica me levou ao meu atual emprego onde tenho que lidar com o público mesmo me sentindo desconfortável com tal por um salário mínimo... me sinto extremamente frustrado e amargurado por isso... pra ser sincero nem sei como faço para levantar todas as manhãs.
Nesse emprego há várias pessoas da minha idade ou até mais jovens do que eu e posso ver o quão diferente eu sou das demais pessoas. Não sei se possuo algum tipo de síndrome mental ou coisa assim, porém desconfio que sim... todos esses anos em que me isolei do mundo e preferi ficar em meu mundinho só me alienou e praticamente vivo hoje coisas que em teoria já deveria ter experimentado anteriormente. Pela minha convivência com eles, percebi o quão infantil e atrasado eu sou... tanto minha inteligência emocional como minhas atitudes e meu jeito de me portar... isso é muito frustrante, não sei se estou conseguindo exprimir isso em palavras, mas isso me magoa muito. Certas brincadeiras simples, me deixam profundamente magoado e nem mesmo eu entendo o porque... sou meio que uma aberração.
Enfim, desculpe por não saber me expressar direito, só coloquei o que me veio na cabeça, tem mais se eu vasculhar minhas tristezas... mas por hora é isso.
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2020.09.15 06:37 Hike16 A destruição do tecido industrial brasileiro

Olá, camaradas, quero contribuir para esse sub com um texto que eu e uns camaradas escrevemos, pois acreditamos que os comunistas precisam ter mais acúmulo sobre o desenvolvimento das forças produtivas mas sem que isso se confunda com um desenvolvimentismo cretino. Estamo abertos ao debate, com críticas e apontamentos. Abraços!
Parte I – a importância da indústria
Modos de produção (e reprodução) da vida social são uma unidade de dois aspectos: relações de produção e forças produtivas. A esquerda brasileira em geral costuma com toda a justeza denunciar e almejar uma mudança quase que exclusivamente no primeiro. Cabe perceber que da mesma forma que as relações sociais capitalistas jamais teriam se generalizado se não houvesse o advento histórico da grande indústria de transformação, não pode haver relações de produção plenamente socialistas sem uma correspondente base material muito avançada.
Nesse sentido, quando olhamos o Brasil, vemos vários problemas na produção econômica em solo nacional. No que se relaciona mais diretamente com as relações de produção, vemos uma péssima distribuição da renda nacional, com um índice GINI – que busca esboçar a desigualdade em uma escala de 0 a 1, sendo 1 o mais desigual – de aproximadamente 0,53. Cabe ressaltar que, em países vizinhos, apesar da pobreza, o índice é menor, como é o caso da Colômbia (0,50), Uruguai (0,39), Bolívia (0,42) e Cuba (0,38). No tocante às forças produtivas, estas não são nem um pouco abundantes em termos relativos à população. Hoje, nosso PIB per capita fica na faixa dos 9 mil dólares anuais por pessoa, tendo tido o pico de 13 mil, em 2011. Não é um valor pequeno, de forma alguma, como se verifica em outros países muito mais assolados pelo rapinagem imperialista. Mas está muito longe de estar perto dos países de capitalismo autônomo e avançado, que figuram cifras acima dos 30 mil dólares anuais por pessoa.
É verdade que a produtividade nacional não se impõe como uma barreira imediata e intransponível para o início de uma nova ordem social, como, por exemplo, atesta a valente e forte experiência cubana, ou mesmo a revolução bolchevique partindo da Rússia semi-feudal. Talvez justamente por isso que a esquerda costume focar suas preocupações estratégicas (isto é, quando tem alguma) nos aspectos relativos às relações de produção, além de uma compreensível precaução de não voltar a incidir nas concepções etapistas da revolução brasileira. Trata-se de uma ressalva plenamente justificada: defender a ampliação das condições industriais e produtivas para poder socializá-las com qualidade à maioria da população. Não pode se confundir com ilusões no desenvolvimento da ordem capitalista ou ainda com pretensões nacionais da burguesia nativa, que hoje no Brasil é associada e profundamente dependente do imperialismo.
Ainda que o atraso nas bases econômicas não seja essa barreira intransponível para o início do processo socialista, certamente o é para o seu pleno desenvolvimento. Não pode haver florescimento das capacidades humanas para o/a trabalhadoa, seu ativo envolvimento na vida política e nos rumos do país, sem que haja uma base material arrojada que os libere do trabalho extenuante. Para um país se desenvolver plenamente rumo ao socialismo é condição necessária (mas não suficiente) que ele atinja grau de sofisticação bastante elevado em suas forças produtivas, como se verifica na história da União Soviética e também na China, onde o povo e a força dirigente tiveram que empenhar esforços colossais para superar o atraso tecnológico dessas sociedades. O avanço da revolução socialista nesses países fica tanto mais penoso e dificultado conforme menos desenvolvidas são essas forças produtivas e as relações de produção fruto de sua história.
Nesse sentido, cabe então colocar na ordem do dia o debate sobre os rumos que um país deve adotar para o desenvolvimento de suas capacidades produtivas e da geração de renda, serviços e produtos. A experiência histórica indica que uma indústria manufatureira desenvolvida é condição imprescindível para a geração de riqueza. Ainda que o estágio atual de desenvolvimento do capitalismo possa fazer parecer que o grosso da riqueza está se deslocando cada vez mais para o setor de serviços, sua base material ainda reside na manufatura, pois é na manufatura em que a maior parte do valor é agregada às mercadorias.
Além disso, os serviços sofisticados estão umbilicalmente conectados à indústria. Por exemplo, todos os serviços de informática estão assentados sobre o fato de existir um objeto físico, a saber um computador ou qualquer outro dispositivo, que possibilita a existência desse serviços. Além do mais, o domínio sobre tais serviços sofisticados necessita de um grande desenvolvimento e aprendizado tecnológico, e os países que têm tais domínios são justamente os que têm sua forças produtivas em um grau de maturidade mais avançado. A importância da indústria reside no fato de ser por meio dela que o trabalho humano pode desabrochar muitas de suas potencialidades, como a soma coordenada do trabalho de muitos operários, que é mais produtivo do que a soma simples das partes. Na produção manufatureira, diferentemente dos serviços, a finalidade é um produto, não uma atividade, e portanto a possibilidade de ampliar a produtividade possui menos restrições. Na indústria, temos por excelência a possibilidade de economia de escala e de escopo, que otimizam o potencial produtivo. Assim, sem uma indústria manufatureira desenvolvida, o caminho para a riqueza é impossível.
Entretanto, é comum nos depararmos com objeções postas pelos economistas ortodoxos (neoclássicos, e maiores apologistas da ordem). Para se contrapor à ideia de que uma base manufatureira fecunda é necessária para poder ter desenvolvimento econômico, eles remetem a uma noção desenvolvida por David Ricardo – as chamadas vantagens comparativas. Isto é, um país deveria se concentrar e se especializar em produzir o que ele sabe fazer melhor e com mais produtividade. Por exemplo: se um país tem vastas extensões de terras agricultáveis e recursos minerais abundantes, ele deveria se concentrar nesses setores. Sendo assim, seria capaz de aprimorar cada vez mais tais setores, e isso possibilitaria conseguir trocar suas mercadorias no mercado mundial com tamanha produtividade e eficiência com relação aos demais competidores, que de tal sorte ele conseguiria gerar excedentes e assim adquirir os demais bens que não é capaz de produzir, e se desenvolver – dizem tais mistificadores. Na prática, a vantagem comparativa dos países de capitalismo dependente é produzir bens primários enquanto que as vantagens dos países centrais são a produção de bens industriais de alta tecnologia. Para os defensores dessa visão, o Brasil deveria se focar em aumentar sua produtividade agropecuária e no setor de mineração, e assim as ditas “forças de mercado” conduziriam o país rumo a um crescimento econômico sustentado.
Essa visão é ingênua. De fato, nenhum país (exceto a Inglaterra, de onde tal ideia partiu) se desenvolveu apenas apostando nas suas vantagens comparativas, pois, inicialmente, ninguém dispõe como vantagem de ter forças produtivas avançadas: essas forças tiveram de ser desenvolvidas. Também podemos olhar para os países ricos e constataremos que são – adivinhe, sim! – os países mais industrializados. Se hoje alguns países com altos índices de riqueza per capita não possuem grande participação relativa da indústria, costuma ser porque nestes já houve um pico de industrialização, e agora eles têm grande participação de serviços industriais sofisticados, como a Austrália.
Por outro lado, não podemos cair em uma espécie de “industrialismo ingênuo”, como se tudo se resumisse a um desenvolvimento mais ou menos intrínseco das forças produtivas, ignorando as relações de produção, de propriedade e de trabalho que condicionam, ou em última instância determinam, a alocação do excedente econômico da sociedade. Não menos importante, há que se lembrar da geopolítica do imperialismo, que alavanca os países de capitalismo avançado através da rapina e exploração do restante do mundo, relegando a ele o atraso econômico e a miséria de sua população. Isto é, como via de regra, há sim grande correlação entre países ricos e desenvolvidos com o desenvolvimento de sua indústria, mas rejeitamos um argumento que tome a existência da indústria como explicação simples da riqueza destas nações, algo que simplifique essa questão numa resposta de causalidade unidirecional. Em linhas gerais, simplificadamente, podemos ver que o desenvolvimento industrial de países europeus e dos EUA ao longo do século XIX permitiu que estes gestassem em seu solo grandes monopólios e associações capitalistas que viriam a usar seus respectivos Estados nacionais para seus desígnios comerciais. Com a crescente exportação de capital e a consequente partilha do mundo entre as nações, criou-se uma ordem mundial muito hábil em sufocar os esforços de desenvolvimento autônomo dos demais países. Essa é a situação colocada no cenário internacional a partir do final do século XIX, mas que, mudando o que tem que ser mudado, vigora até os dias atuais com novas determinações. Portanto, ainda que ela tenha cumprido papel indispensável, não é pura e simplesmente pela industrialização que os países capitalistas ficaram ricos, e, nesse sentido, não será pela simples (que de simples não tem nada, na verdade) industrialização que o Brasil superará sua condição de penúria econômica e social – é preciso confrontar a dominação imperialista e seus agentes internos.
Parte II – a tragédia brasileira
Uma coisa importante nem sempre percebida sobre a industrialização de um país é que não basta termos uma boa participação quantitativa industrial na economia nacional para podermos usufruir de todo o potencial qualitativo da indústria. Há uma significativa diferença entre ter indústria e ter um complexo industrial. Isto é, o importante não é apenas ter várias indústrias, mas tê-las em setores que estejam ligados entre si, fornecendo e absorvendo a produção umas das outras. A importância de ter toda a cadeia produtiva em solo nacional é evidente: cada parcela de excedente fica aqui, movimentando a nossa economia. Mais que isso, num momento de instabilidade, de alta demanda por algum produto – como são os ventiladores pulmonares durante a pandemia atual -, vemos que não basta ter dinheiro para querer comprar – quem produz é quem tem vantagem. Se hoje parece “comum” a situação de atraso industrial do Brasil em relação ao mundo, cabe dizer que nem sempre foi assim. A situação atual é produto direto do processo de aprofundamento da dependência e associação das classes dirigentes nacionais ao imperialismo.
Enquanto é verdade que no ano de 1930 o Brasil não viveu uma revolução, o deslocamento das frações de classe no poder alçou a industrialização no país, até então dominado pelas elites rurais. O governo de Getúlio criou importantes bases para que o capitalismo pudesse se desenvolver com força nas cidades, promovendo a industrialização do país. Ao longo das décadas de 1950 até 1970, o Brasil passou por um intenso processo de industrialização, passando de um país essencialmente agrário para uma economia com forças produtivas bastante desenvolvidas, no final da década de 70. O Brasil foi um dos países que mais rápido se industrializou no mundo, tendo atingido taxas volumosas de crescimento. Esse projeto desenvolvimentista teve sua origem nos governos Getúlio Vargas e JK, com a criação de empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN, financiada pelos EUA em troca da participação do Brasil na II Guerra Mundial) e a Petrobras, que tiveram seu caráter estatal garantido por intensa campanha popular.
Mesmo durante o regime civil-militar, esse projeto desenvolvimentista não foi abandonado – estando presente através do I PND e II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento). Apesar de estar umbilicalmente ligado ao capital internacional, esse projeto não era tão subserviente ao modo que vemos no governo atual. De fato, durante a ditadura civil-militar, o imperialismo ampliou sua dominação sobre o Brasil, mas isso não impediu tais projetos de terem pontualmente desacordos com os interesses imperialistas, como o programa nuclear brasileiro, por exemplo. O combustível para esse desenvolvimento era crédito internacional barato e de longo prazo, e grandes obras de infraestrutura. No ano de 1979, em virtude das crises do petróleo, houve um choque internacional nas taxas de juros, elevando substancialmente o preço do crédito, o que foi um golpe fatal nesse modelo desenvolvimentista. Como consequência disso, ao longo da década de 1980, a economia brasileira sofreu com crise na balança de pagamentos e calote na dívida externa, que havia aumentado massivamente no período anterior e hiperinflação. A estagnação da década de 80 marca o fim do modelo nacional desenvolvimentista.
Ao início da década de 80, a indústria representava algo em torno de 40% da produção nacional, enquanto que, ao longo dos anos 2000, foi para a casa dos 23%, e hoje, com a crise continuada, estamos estacionados nos 18%. Em muitos países, é comum ver uma diminuição relativa da participação industrial em favor do setor de serviços; trata-se de uma tendência geral. Entretanto, os países de capitalismo desenvolvido o fazem após terem obtido um grau de sofisticação industrial que permitiu o desenvolvimento de serviços de alto valor agregado (o chamado de arco da industrialização) – caminho esse que o Brasil definitivamente não seguiu, pois nossa economia apenas diminuiu sua complexidade. Vejamos o que aconteceu que nos conduziu nesse descaminho:
Ao longo de década de 1990, a economia brasileira passa por uma série de transformações importantes com a adoção das políticas econômicas do “Consenso de Washington”. Ou seja, houve uma brusca abertura comercial, uma série de privatizações, além de medidas para a estabilização monetária (Plano Real) – como uma sobrevalorização cambial e altíssima taxa de juros, tendo a SELIC chegado a 40% ao ano. As medidas do Consenso são excessivamente rigorosas, e verdadeiramente implacáveis contra a indústria. A manufatura brasileira, que se desenvolveu com um amplo protecionismo, era posta desnuda para disputar no mercado mundial. Medidas como sobrevalorização cambial e alta taxa de juros, que eram para ser passageiras para a estabilização monetária, se tornaram o padrão, mas são péssimas para a indústria, e contribuíram significativamente para a manufatura brasileira estar nesse atoleiro.
De toda forma, durante os anos 2000, o Brasil pôde finalmente desenvolver sua economia, com uma moeda estável e inflação controlada. Nesse período, o mundo viu a ascensão de um novo gigante econômico: a China, com sua produção manufatureira abundante e barata, e sua colossal demanda por gêneros agropecuários e minerais, que contribuiu para a alta do preço das commodities, experienciada no período. Assim, conjunturalmente, foi vantajoso para o Brasil aumentar sua produção agropecuária e extrativista para a exportação, enquanto que o câmbio, muito valorizado no período, tornava a importação de manufaturas muito mais em conta do que o estímulo à produção interna. O interesse governamental imediato de segurar a inflação se contrapôs no médio prazo à vitalidade de nossa indústria. Assim, com uma melhoria conjuntural, o Brasil acabou por diminuir a complexidade de sua economia, e aprofundou sua dependência econômica de forma estrutural.
Em 2011, era claro para o governo e para os industriais que o cenário macroeconômico precisava mudar para dar chance à nossa indústria. Foi então que este começou a abandonar a gestão super-ortodoxa da economia e passou a adotar a chamada “Nova Matriz Econômica”, vulgo “Agenda FIESP” – grande proponente e articuladora da mudança. Tratava-se de uma diminuição dos investimentos públicos e ampliação das desonerações fiscais, além de uma baixa nos juros e alguma desvalorização cambial, visando a dar mais espaço e competitividade ao nosso setor industrial. Ocorre que não bastavam condições macroeconômicas para que nossa tecnologicamente atrasada indústria nacional pudesse alcançar o desempenho de suas congêneres mundiais. Mais ainda: nesse período, o mundo começou a testemunhar a diminuição do preço das commodities, que, junto da mudança que a economia brasileira vinha operando, diminuiu radicalmente nossa balança comercial e a arrecadação do governo. As desonerações, ao invés de induzirem os investimentos industriais, serviram apenas para os empresários aumentarem suas margens de lucro.
Em 2015, o segundo mandato de Dilma inicia com um verdadeiro estelionato eleitoral, praticando uma agenda econômica exatamente ao contrário do que dizia nas eleições de 2014. A forma de buscar ajustar a situação fiscal do Brasil foi pela agenda ultra reacionária e anti-povo comandada pelo banqueiro Joaquim Levy, que promoveu inúmeros cortes no orçamento na área de bem-estar social e subiu a taxa SELIC para 14,25% ao ano. Desde então, com o decorrer do golpe de 2016, o debate econômico no Brasil parece ter se reduzido somente ao controle fiscal, com a visão ortodoxa hegemônica condenando por princípio os gastos públicos. O câmbio de fato começou a tornar-se mais favorável à indústria, mas faltava o ambiente político e a coordenação institucional para incentivar os industriais a retomar os investimentos. A verdade é que esse setor, como o restante da burguesia, tem muito pouco compromisso com o país para além de sua rentabilidade pessoal. É preferível para estes girar seu capital para a especulação do que tomar os riscos do investimento produtivo, que poderia induzir um crescimento geral.
Para coroar esse processo, tivemos ainda a contribuição da Lava-Jato, operação articulada a partir dos EUA com o intuito de promover um completo massacre no cenário político e econômico brasileiro, nos tornando presas fáceis para o recrudescimento da dominação imperialista. Os efeitos sobre a política todos já conhecem, mas é importante ressaltar que a vilania lava-jatista também recaiu sobre setores-chave de nossa economia. Dentre as várias “inovações jurídicas” da Lava-Jato, a que mais tocou a indústria foi a pena imposta às empresas cujos dirigentes se envolveram em escândalos de corrupção, de impedi-las de participar de licitações por alguns anos. Trata-se de um tremendo absurdo, uma vez que quem fez o ilícito foram pessoas físicas, ainda que dirigentes das empresas. Impedir as empresas de acessarem projetos públicos, na verdade, é impedir o governo de executar suas obras com o melhor da engenharia nacional – que, importante dizer, infelizmente está concentrada em poucos monopólios, tão suscetíveis a esses escândalos. A promiscuidade entre poder público e poder econômico privado é algo imanente no capitalismo; portanto, não se trata aqui de uma defesa moralista de separar o joio do trigo para defender os “empresários honestos”. Trata-se tão somente de denunciar uma medida da justiça destinada a essa finalidade, que não contribui em nada para o combate à corrupção, e somente cria auto-entraves ao desenvolvimento de nossas forças produtivas.
Com isso, vimos pararem as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco, que acrescentariam enormemente nossa capacidade de refino; podemos citar ainda a Linha 6 do metrô de São Paulo, a Usina Angra 3 da Estação Nuclear Almirante Álvaro Alberto, e outros 90 bilhões de reais em obras paradas que de alguma forma foram afetadas pela Lava-Jato. Mais ainda, a longa saga do submarino nuclear brasileiro (tecnologia que fornece um salto de qualidade operacional à embarcação, essencial para uma marinha contemporânea) também foi interrompida. Nesse caso, não apenas pelo fato de somente a Odebrecht ter capacidade de engenharia para tal empreendimento, como pela vagamente motivada prisão do Almirante Othon, engenheiro-militar brasileiro articulador da tecnologia nuclear no país. Soma-se a isso também a série de operações como a “Carne Fraca” de 2017, que visaram a alcançar frigoríficos do país, afetando duramente sua capacidade de exportação e competição com os monopólios norte-americanos. Ainda que saibamos bem o que significam essas empresas no Brasil, desde a exploração e falta de qualidade de trabalho de seus funcionários até a compra de políticos, não devemos ter dúvidas de que, ainda que não seja essa sua razão de ser, sua participação no mercado mundial é antagônica aos interesses estadunidenses, principalmente neste período de crise mundial continuada. Evidência disso é que, mesmo com a divisão internacional do trabalho empurrando o Brasil para a produção de commodities, os EUA se beneficiaram em 2019 com a política externa imbecil de Bolsonaro, e ampliaram sua exportação de soja para a China no vácuo por nós deixado.
Ao fim e ao cabo, temos o cenário atual, em que a participação da indústria é diminuta (e cada vez menos complexa), os serviços são cada vez menos sofisticados e o setor primário é o salvador da balança comercial. Entretanto, seja no setor da indústria, seja nos serviços, na agropecuária, no mundo financeiro, é imprescindível não perder de vista o caráter dependente e simultaneamente associado de nossa burguesia nativa em relação ao imperialismo. Ela se desenvolveu como “sócia-menor” dos empreendimentos do capitalismo central em nosso país, e desde o golpe de 64 o imperialismo é o setor hegemônico do bloco de forças dominantes no Brasil. Sendo dependente, nossa burguesia articula internamente sua dominação de modo a sufocar as classes subalternas, tanto econômica quanto politicamente, em patamares muito mais intensos do que é necessário no “centro”. Sendo associada, a burguesia nativa brasileira está confortável com essa situação de subordinação, e não possui qualquer projeto como classe para alçar o Brasil a uma condição de capitalismo autônomo, tecnologicamente avançado. Assim, o desenvolvimento tecnológico e em escala de nossa indústria deve ser visto como mais um dos momentos internos ao processo de revolução socialista no Brasil. Trata-se de mais uma das “tarefas nacional-populares”, junto às reformas agrária, urbana, educacional, tributária etc. que a burguesia nativa, diferentemente de suas congêneres europeias, não precisou realizar para instalar sua dominação. Ao contrário de interditá-las por definitivo, a burguesia na verdade joga tais tarefas para as classes subalternas, que deverão cumprí-las no percurso do processo radical de transformação social – como momento interno, e, portanto, não como etapas precedentes – que irá destruir a dominação burguesa (interna e externa) em nossas terras e construir um Brasil livre, soberano, popular e socialista!
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2020.09.15 03:52 upm Minha empresa cresceu na pandemia, porém isso me deixa frustrado com esse país.

Tenho uma micro empresa que gira em torno de TI. Basicamente entrego ao meu cliente final uma plataforma para gestão de dados coletados através de um dispositivo (o segmento acho que não vem ao caso e que não seja relevante nesse desabafo).
Esses dispositivos por sua vez são importados e o valor de compra flutua em torno da oscilação do dólar. O serviço é contratado a partir de comodato (aluguel do equipamento), portanto, a conta é simples. Quanto mais eu vender, mais dinheiro eu preciso ter para comprar mais equipamentos. O payback (tempo que eu levo para resgatar o dinheiro que apliquei na compra do equipamento) não é tão ruim, é curto prazo, porém por mais que o faturamento seja crescente, a empresa sempre re-investe tudo que ganha, para poder crescer.
Antes da pandemia havia pensado na possibilidade de ir em busca de investidores, seria a unica forma de permitir um crescimento saudável, mas, a ideia de (dependendo do tipo de investidor), ter outra pessoa optando a respeito da direção dos meus projetos, estava me incomodando.
Por um lado, havia no quadro de colaboradores cerca de 25 pessoas, quadro esse que infelizmente foi reduzido para menos de metade. Abandonamos call-center ativo de vendas e pegamos o valor de folha e investimos em consultores capacitados e marketing digital para geração de leads.
Enfim, nesse sentido foi bom, redescobrimos formas de vender e de aumentar nossa representatividade no mercado.
Mas, o que me faz mais refletir foi o quanto esse país não acredita nos pequenos empresários e como as coisas são. Minha empresa tem cerca de 8 anos, e sempre fomos adimplentes. Nunca houve uma conta ou salário atrasado, em toda essa trajetória. Prezamos muito pelo crescimento sustentável e com o pé no chão.
Pois bem, por conta da pandemia o governo liberou algumas linhas de crédito, PRONAMPE, etc etc ... A maioria delas, são só grandes canais de desvio de dinheiro para grandes empresas, porém, no meio disso tudo nos surgiu uma oportunidade, algo não tão relevante, mas com taxas de juros e condições de pagamento MUITO superiores as outras linhas que tínhamos acesso quando não havia uma PANDEMIA GLOBAL acontecendo, mesmo com o apoio de consultores desse segmento, nunca encontramos algo que realmente valesse a pena. Agora, com essa linha vai ser possível eu ter condições de negociar melhores preços com meus fornecedores e poder barganhar.
Mas aqui fica minha reflexão.
Foi necessário o mundo parar, pessoas morrerem, o caos se instaurar, para que enfim o país desse alguma credibilidade a um negócio adimplente e honesto.
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2020.09.09 16:41 futebolstats Ana Lorena Marche assume direção de futebol feminino em São Paulo

Nesta terça-feira (8), Ana Lorena Marche falou pela primeira vez como diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol (FPF). A dirigente, que coordenava o respectivo departamento na entidade, substitui Aline Pellegrino na direção, já que a antecessora assumiu a recém-criada coordenação de competições da modalidade na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
"Estou há oito meses na casa e sempre aprendendo. É difícil citar uma só [característica de Aline]. Ela olha para o todo, é estratégica. Pensa fora da caixinha, na massificação; entende que o futebol feminino é um produto que tem de ser pensado de maneira diferente. Uma peneira pode não fazer muito sentido no masculino, mas, no feminino faz total sentido nesse momento em que vivemos", afirmou Ana Lorena durante entrevista coletiva por videoconferência, mencionando a seletiva realizada pela FPF para o Campeonato Paulista sub-17, que reuniu cerca de 600 meninas, entre 14 e 17 anos, no ano passado.
Segundo a diretora, atrair garotas mais jovens à modalidade é uma das missões no cargo. "Esse ano, teríamos o [Paulista] sub-15, mas veio a pandemia [do novo coronavírus]. No ano que vem, se tudo melhorar e tivermos segurança, pretendemos realizar o sub-15 e aumentar os festivais das categorias menores, para que possamos atingir mais lugares no estado, e que elas [meninas] não tenham o festival em só uma ou duas datas no ano. Queremos, também, conversar com as escolas e o governo estadual. São parcerias interessantes para massificar a modalidade, ensinar as meninas a gostarem mais de futebol", detalhou.

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Essa imagem descreve bem o trabalho da Aline, multitarefas, dedicação total e uma paixão incrível por transformar o futebol de mulheres!! Meio maluca as vezes, rs. Mas cheia de ideias mirabolantes e geniais. Parabens, vc merece!! Sempre foi um prazer trabalhar ao seu lado, obrigada por todo aprendizado e confiança. Pode ter certeza que a parceria continua!
Uma publicação compartilhada por Ana Lorena Marche (@ana_lorena_marche) em 3 de Set, 2020 às 8:25 PDT
Educadora física de formação, Ana Lorena chegou à FPF em dezembro, após duas temporadas coordenando o futebol feminino da Ferroviária. Na gestão dela, as Guerreiras Grenás foram campeãs brasileiras e vices da Libertadores em 2019. Até por isso, a nova diretora da modalidade na entidade entende que o interior do estado tem potencial a ser explorado.
"[As cidades de] Franca, São José do Rio Preto, Araraquara e Botucatu foram grandes formadoras e continuam sendo. Boa parte da base de alguns clubes é de meninas que vieram daí. Então, é olhar e valorizarmos cada vez mais. Pensarmos cada vez mais em festivais [sub-14] como os dos dois últimos anos em Araraquara, e levá-los a outras regiões do estado onde o futebol não é tão desenvolvido; fazer que mais cursos de capacitação cheguem nesses locais. O estado é gigantesco, com uma população enorme. Há muita coisa a ser feita", planejou.
"Ainda temos de quebrar mais e mais barreiras para inserirmos mais meninas e mudarmos a percepção de marcas e dos clubes. Nem todos [os clubes] fazem uma gestão [do futebol feminino] pensando no todo. Para isso, teremos que ter muita resiliência, como Aline teve nesses quatro anos. Acho que é um dos grandes feitos dela, ter movido uma federação inteira em prol da modalidade, e não só o departamento", concluiu.
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2020.09.09 02:28 c0ntad0r O VÍGIA

24 de setembro Ano de 1996 Uma vila Chamada Happy village Era um lugar rural Porém Com florestas e Fazendas E casas que tinham Ascendências nórdicas Pois Haviam Europeus lá Que moravam E viviam lá Porém Nesse dia Aconteceu algo... Os Animais Sumiram... Desapareciam E então Achavam que eram Lobos... E outras coisas Então Chega 25 de Setembro Some de novo E os moradores Achavam que Havia algo claramente Errado E tiraram suas vacas do local E colocaram em outro Mas Com armadilhas No dia seguinte 26 de Setembro As vacas sumiram de novo E as armadilhas... Tinham sido desarmadas Porém Amassadas Completamente E espalhadas Mas ao Invés de ter algum tipo de animal Que podia ter se arrastado Havia nada Como se A coisa que pisou nisso Não fosse físico Logo Acharam aquilo claramente estranho Então Chegamos no dia 27 de Setembro Um garoto Que era Rico E estava querendo fechar o local Só porque Recusaram o Contrato De ele ter uma área privado Foi para lá Gritando com todos "Vocês não me obedeceram, Agora pagarão" Então... A gritaria parou... Com pássaros voando E um tipo de rastro Então Seguiram o rastro E... Um grito Totalmente agudo e Dava para ter uma certeza De que algo Estava em Extrema agonia Muito pesada E muito Mas muito Grande Os pássaros que ainda estavam em volta, voaram para longe do local E as pessoas seguiram o local De onde veio o grito... Carcaças, Pedaços, Grudentos, E mini poças, Estavam espalhadas, Em locais, Árvores, matos e terras Então Eles não sabiam oque era, Até Cair uma coisa, redonda Branca, e Escorregadia, parecia estar esmagado E caiu em uma pessoa E essa pessoa Viu E pegou essa coisa... E era..... Um olho humano Que parecia Ter sido Esmagado Como se fosse Um tipo de fruta, Logo Todos, Assustados, correram Então Os moradores Ficaram Totalmente Escondidos em sombras e em locais que eram fechados, Que nenhum animal poderia ir Até ... Que a família do garoto Foi para o local Dizendo que iam colocar fogo no local e nas florestas Mas Nesse dia Estava em uma neblina forte E então O casal, Pais do garoto, Pegaram uma tocha e um isqueiro, em plena noite E então Um menino Que estava vendo a situação, Como todos da vila assustados, Que estavam vendo nas janelas de suas casas E O menino viu algo, Uma coisas Que parecia, Afiada, Longa, E grande Puxar a mulher, E ela gritar em agonia, e acaba sendo interrompida no grito O marido, Assustado, Como covarde Correu Porém Ele foi puxado E teve um grito agonizante Extremamente alto sendo interrompido Com um barulho De líquidos Caindo E então... O garoto Com sua sanidade Sendo quebrada Vendo aquilo, Viu algo Que poderia Ficar em sua visão E Em seu cérebro Para sempre Um ser Que Poderia Dar à ele Pesadelos Então Ele Viu uma criatura Da floresta, No alto das árvores, Um olhar, Que cujo A sua espinha E sangue G E L A R A M E ele Logo Teve Marcado Para sempre isso Então Chega O dia 28 de Setembro A vila Depois de ter visto aquilo, Resolveu Fazer algo sensato, abandonar a vila Porém Eles tinham poucas carroças E então Deixaram pessoas amontoadas Em todas as carroças Mas Conseguiram sair Mas Uma pessoa ficou Falando que era besteira, Junto de sua família Estavam dizendo Que era falso, Pra que medo, E chamaram todos de medrosos covardes Então 15 de Outubro De 1996 Viajantes Viram a vila Deserta Mas Tinham visto algo a mais Um local Com cheiro horrível, Estava fedendo muito Foram ver oque era E acharam... Carcaças humanas e Ossos esmigalhados E partes Espalhadas, Junto de Dentes e olhos Amassados, E uma poça De sangue Enorme, secando, lentamente junto da terra avermelhada No chão E então Depois de ver essa carnificina, Acharam a casa Do que seria essa pessoa, E acharam um diário, Que só tinha 5 páginas com coisas escritas E então Leram o diário Dia 1 "a vila foi embora, me sinto mais corajoso que um herói de conto de fadas, eles são um bando de medrosos e egocêntricos e otários, eu e minha esposa junto de meus filhos vamos ficar aqui, e esfregar na cara deles quando ficarmos ricos" Dia 2 "A caça está boa, estou sempre bem, dormindo e tudo mais, meu filho me disse que estava vendo coisas estranhas na floresta, falei para ele parar de ser covarde, e disse para ele parar com essas coisas falsas" Dia 3 "Tenho dormido nada bem esses dias, sinto com se, algo, estivesse me olhando, estou com um sentimento de que, essa coisa, quer me matar violentamente, e estou, assustado" Dia 4 "Meu filho sumiu, eu e minha mulher estamos em pânico, porém, sinto que, ele morreu pela mesma coisa que nos observa" Dia 5 "Eu não sei oque fazer, meu 2 filho sumiu, e minha mulher entrou em pânico, e parece que algo, que nos matar, quer nos caçar, e que nos assassinar, e ela... ...Sempre vai nos observar, até que nossas vidas acabem, ou até que essa criatura pegue… . . . A S U A P R E S A" E então O diário Estava totalmente Vazio além dessas páginas E a casa Tinha buracos nas janelas e portas, Como estivessem fugindo, Ou como se... Algo estivesse querendo pegar eles E então, Com base do que os viajantes viram, E leram Eles chegaram à conclusão De que isso não é um animal normal E sim Uma criatura... E com base disso, Eles o nomearam De ... O VIGIA
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2020.09.08 19:39 Malarazz Resultados do censo do /r/futebol 2020

Introdução
Primeiramente, obrigado a todos que responderam o censo! Tivemos 371 respostas esse ano, comparado com 68 em 2018.
Essa thread vai ser enorme. Nela, vou descrever e comentar sobre as estatísticas mais interessantes de cada uma das perguntas, principalmente respectivas aos 13 clubes grandes do Brasil. Quem preferir visualizar sozinho de maneira mais completa pelo google forms, aqui está o link do censo. Já quem gostaria de comparar com o último censo de 2,5 anos atrás, aqui está ele. Lembre-se que o censo foi separado em 4 categorias. Sinta-se à vontade pra pular pra categoria mais interessante (na minha opinião a 3) se não quiser ou não aguentar ler tudo. As perguntas estão numeradas e na mesma ordem que estavam no censo, então vocês também podem pular pra discussão das perguntas que acham mais interessantes.
Parte 1: Perguntas Demográficas
1) Aonde você nasceu? -- De 2018 pra cá, o subreddit ficou bem mais diversificado com esse quesito. Apesar de São Paulo continuar liderando, proporcionalmente o estado caiu muito. 76 (21%) dos usuários nasceram lá, enquanto que 22 (32%) ano passado. Rio Grande do Sul vem em segundo e Rio de Janeiro em terceiro, com 67 e 55 membros respectivamente (18% e 15%).
Curiosamente, apesar de ter metade da população e um futebol menos tradicional, o Paraná tem mais usuários do que Minas Gerais: 34 vs 25 (9% vs 7%). Outro fato bastante curioso são os estrangeiros. Os 4 portugueses nós já esperávamos, até por causa do Jorge Jesus. Mas além deles, 2 usuários nasceram em outro país da América do Sul, 3 na América do Norte, 2 em outro país da Europa, e 1 na Ásia, pra um total de 12 (3%) usuários que são estrangeiros. A proporção esse ano ficou parecida com a do censo passado, quando 2 (3%) dos usuários nasceram fora do Brasil. Fico muito curioso pra saber da vida desses usuários: se vêm de pais brasileiros ou simplesmente falam português e gostam da cultura e/ou futebol brasileiro.
2) Aonde você mora? -- Ranking muito parecido com o de nascimento, porém claro, com mais usuários morando no exterior do que nascendo lá. 30 (8%) usuários moram no exterior, sendo 13 (43% deles) na América do Norte. Essa proporção foi um pouco menor que os 9% de 2018.
3) Qual é o seu gênero -- 8 (2%) usuários são mulheres, enquanto em 2018 eram 2 (3%). Nenhuma surpresa aqui, quando combinamos duas coisas extremamente masculinas (futebol, e reddit para brasileiros).
4) Qual é sua cor ou raça? -- Similar ao censo do /brasil que agora perdi o link, 275 (75%) dos usuários são brancos, 70 (19%) pardos, 12 (3%) negros, 6 (2%) asiáticos, 2 (1%) árabes e 1 indígena. Tanto aqui quanto no gênero a gente vê que a população do /futebol não é nem um pouco representativa da população brasileira em geral.
5) Qual é sua idade? -- Semelhante ao censo passado, a faixa etária mais comum é 23 a 27 anos com 138 (37%) usuários. Em seguida vem 18 a 22 anos com 114 (31%), 28 a 32 anos com 66 (18%) e menos de 18 anos com 25 (7%). Os 2 (1%) usuários mais velhos têm entre 43 a 47 anos.
6) Qual é o seu grau de escolaridade? -- 159 (43%) usuários atualmente cursam o ensino superior. 77 (21%) têm graduação completa, 33 (9%) estão cursando pós-graduação, e 32 (9%) têm pós-graduação completa. Acho que seria bom ter separado mestrado e doutorado nessa questão. Talvez seja uma ideia interessante pro próximo censo.
7) Se você cursou ou está cursando o Ensino Superior, qual é sua área de formação? -- Dos 307 respondentes, 64 (21%) fazem ou fizeram Engenharia, 58 (19%) ciências sociais ou humanas, 47 (15%) ciência da computação ou similares, 35 (11%) administração e negócios e 34 (11%) direito. Essa é um pergunta complicada de analizar porque muitas pessoas escreveram "Other: xx" quando talvez se encaixava numa das opções dadas.
8) Qual é sua situação no mercado de trabalho? -- 146 (40%) usuários apenas estudam, enquanto 94 (26%) estudam e trabalham, 91 (25%) só trabalham e 34 (9%) estão desempregado.
9) Qual é seu status de relacionamento? -- Confirmando um estereótipo do reddit, 256 (69%) usuários estão solteiros. 79 (21%) em um relacionamento estável, 26 (7%) casados e 7 (2%) noivos. Me pergunto qual as porcentagens pra população brasileira em geral pra essa faixa etária. PS: não leiam as respostas manuais.
10) Há quanto tempo você usa o reddit? -- 89 (24%) usuários usam o reddit há mais de 5 anos, enquanto 69 (19%) usam há entre 1 e 2 anos. Apenas 41 (11%) usam há menos de 1 ano, sendo 17 desses (41% dos 41) há menos de 6 meses.
Parte 2: Futebol Como Passatempo
11) Há quanto tempo você acompanha o /futebol? -- Curiosamente, ao contrário da última pergunta, a maioria dos usuários são novos no pedaço. 133 (36%) entre 1 e 2 anos, 90 (24%) entre 6 meses e 1 ano e 73 (20%) há menos de 6 meses. Apenas 39 (11%) estão aqui há mais de 3 anos.
12) Que tipo de usuário você é? -- Aqui a gente vê algo que já é conhecido no reddit afora. A regra de Pareto, 80% do conteúdo é criado por 20% dos usuários.
228 (62%) usuários lêem as threads e/ou comentários mas raramente fazem o próprio, enquanto que 110 (30%) escrevem comentários mas raramente criam threads. Sobram apenas 30 (8%) que criam threads com certa frequência.
13) Como você descobriu o /futebol? -- Essa foi uma das questões mais surpreendentes pra mim. 207 (56%) usuários descobriram o /futebol no /brasil ou em outro lugar do reddit, enquanto que 148 (40%) simplesmente digitaram futebol no reddit torcendo pra existir. Apenas 7 (2%) vieram aqui por indicação de um amigo, enquanto que só 3 (1%) acharam o /futebol pelo google.
Para os veteranos que lembram do golpe ano passado, imagina se a gente tivesse migrado pro /FutebolBR? Ia perder um monte do fluxo de novos usuários.
14) Quantas partidas você costuma assistir por semana? -- 181 (49%) usuários assistem futebol 1 ou 2 vezes por semana, enquanto que 104 (28%) assistem 3 ou 4 vezes por semana e 33 (9%) assistem entre 1 vez por mês e 1 vez por semana. Apenas 19 (5%) usuários assistem 7 vezes ou mais por semana, enquanto que só 6 (2%) nunca ou quase nunca assistem. Uma ideia pro próximo censo seria separar as opções por 1, 2, 3, etc. invés de "1 ou 2".
15) Como você mais costuma assistir as partidas em casa? -- 159 (43%) costumam assistir por streaming, enquanto que 90 (24%) pelo premiere, 63 (17%) por TV a cabo sem ser premiere e 45 (12%) por TV aberta.
16) Você assistiu a quantas partidas no estádio em 2019? -- 178 (48%) usuários não assistiu nenhuma partida no estádio em 2019, o que eu achei bem curioso. 84 (23%) assistiram a 1 uma 2 partidas e 37 (10%) assistiram a 3 ou 4 partidas. Surpreendemente, 40 (11%) assistiram a 9 ou mais partidas ano passado.
17) Você costuma assistir partidas sem ser nem seu time nem seu rival jogando? -- Essa foi uma pergunta meio confusa que acho que precisa ser reformulada no próximo censo. Só não sei pra o que. Ainda assim, 188 (51%) usuários costumam assistir apenas jogo importante, enquanto que 138 (37%) aceitam assistir qualquer tipo de partida mesmo sem ser importante ou do seu time. 34 (9%) não costumam assistir partidas sem ser nem seu time nem seu rival jogando.
18) Você acompanha as ligas nacionais de quais países? (Selecione todas que acompanhar) -- 321 (87%) acompanham o Brasileirão, 231 (63%) a inglesa, 135 (37%) a espanhola e 100 (27%) a alemã. Apenas 57 (15%) acompanham a liga francesa do Neymar, e só 22 (6%) não acompanha nenhuma liga.
Há algumas diferenças interessantes perante ao censo passado. O Brasileirão caiu por 12% (67 ou 99% dos usuários em 2018) e a francesa caiu por 40% (17 ou 25% dos usuários em 2018), enquanto a alemã aumentou em 69% (11 ou 16% dos usuários em 2018). Interessante também os usuários que acompanham as ligas do Japão, da Austrália e da Nova Zelândia.
19) Você costuma assistir campeonatos estaduais? Se sim, quantos jogos? -- 187 (51%) usuários assistem vários jogos, inclusive contra times menores, enquanto que 118 (32%) assistem apenas jogos importantes e 59 (16%) raramente ou nunca assistem, ou só assistem só a final.
20) Se você acompanha campeonatos estaduais, você acompanha os de quais estados? (Selecione todos que acompanhar) -- Pra surpresa de ninguém, o Paulistão é o estadual mais badalado com 191 (55%) usuários acompanhando. Porém, apesar de termos mais gaúchos do que cariocas, o Campeonato Carioca ganha audiência de 162 (47%) usuários enquanto que o Gauchão apenas 106 (31%). Faz sentido, pois tem muita gente de outros estados que torcem pra times cariocas, e também porque simplesmente é um estadual mais competitivo.
Talvez por motivos parecidos, 49 (14%) usuários acompanham o Campeonato Mineiro enquanto que só 28 (8%) acompanham o Paranaense. Apenas 4 estados, Acre, Alagoas, Piauí e Roraima têm seus estaduais completamente ignorados pelo /futebol. Os resultados são parecidos com 2018, porém na época haviam 10 estados com 0 espectadores.
21) Como você acha que devem mudar os estaduais? (Tente selecionar a opção mais próxima da sua ideia) -- Chegamos à primeira pergunta suculenta e polêmica do censo. Apesar de eu ter pedido pra selecionarem uma das opções, muita gente quis detalhar sua ideia, o que efetivamente vira um voto nulo pro censo. Mas tudo bem.
119 (categoria A, 32%) usuários acham que o formato atual tá bom como tá ou deve apenas ser levemente reduzido, enquanto que 89 (categoria B, 24%) acham que times grandes devem entrar direto no mata-mata e 145 (categoria C, 40%) acham que times grandes devem parar de disputar estaduais.
Algo interessante que já era de se esperar foi a correlação entre a frequência que a pessoa assiste estaduais e sua opinião sobre o atual formato. Dos 159 usuários que assistem vários jogos, 43% tem opinião na categoria A, 16% na B e 41% na C. Dos 127 usuários que assistem apenas jogos importantes e/ou clássicos, 27% pertencem à categoria A, 35% à B e 38% à C. Dos 54 usuários que raramente ou nunca assitem, 29% pertencem à categoria A, 17% na B e 54% na C. Nos números deste parágrafo foram ignorados os usuários que “votaram nulo” no censo.
Apesar de fazer sentido na minha cabeça, não pôde ser visto uma correlação entre o entusiasmo do usuário sobre futebol e sua opinião sobre o formato de estaduais (i.e. usuários que assistem 2 ou menos partidas de futebol por semana vs usuários que assistem 3 ou mais partidas por semana).
22) Enquanto continuar existindo estaduais no formato atual, você acha que clubes grandes deveriam disputar com força máxima ou com reservas/sub-23? -- Semelhante à última pergunta, 179 (49%) usuários querem força máxima em clássicos e decisões e sub-23 nos demais, 150 (41%) querem sub-23 sempre e apenas 33 (9%) querem força máxima sempre.
23) Antes da pandemia, você jogava futebol? -- 202 (55%) usuários não costumavam jogar. Até que faz sentido pela demografia (ou estereótipo) do reddit. 61 (17%) usuários jogavam menos de 1 vez por mês, enquanto 45 (12%) 1 vez por semana. Apenas 8 (2%) jogavam 3 vezes por semana ou mais.
24) Você costuma assistir futebol feminino? -- 249 (68%) usuários não assistem, enquanto que 101 (28%) assistem às vezes e apenas 12 (3%) assistem com certa frequência. Além disso, 4 usuários escreveram "somente olimpiadas ou copa do mundo".
25) Além do futebol, qual outro esporte você costuma assistir? (Selecione todos que assistir) -- Esse foi talvez o meu maior erro no censo. O Ayrton Senna tá se revirando no caixão, tadinho. Eu esqueci de incluir Fórmula 1! Num censo pra brasileiros! O esporte que eu vejo meu vô assistir todo domingo! Esqueci o Tênis tambem mas no Brasil esse é esquecível, azar. Em minha defesa eu ainda dei um google "esportes mais assistidos no brasil", mas só apareceu um monte de artigo sobre os esportes mais praticados.
Anyway, essa pergunta me surpreendeu um monte. O grande líder foi e-sports com 143 (39%) usuários dando audiência. Basquete veio em segundo com 131 (36%) e futebol americano em terceiro com 95 (26%), enquanto que 86 (24%) usuários só assistem futebol. Me surpreendeu também que os esportes que eu achava populares no Brasil, luta e vôlei, só tem 56 (15%) e 46 (13%) usuários assistindo, respectivamente. E o futsal que é o mais parecido com o futebol só tem 28 (8%) espectadores. Curiosamente, temos um usuário que assiste xadrez, um curling e um punhobol. Não me pergunta o que é isso. Also, tivemos 4 usuários que selecionaram tanto um esporte quanto “nenhum, só o futebol.” 🔔🔔 Shame 🔔🔔 Shame 🔔🔔 Shame 🔔🔔.
No próximo censo, além de acrescentar Fórmula 1, acho que seria uma boa ideia separar e-sports em CS, LoL, DotA e FIFA/PES. Não sei se esses são o top 5 ou tem mais.
Parte 3: Futebol Como Paixão
26) Qual é o principal clube pro qual você torce? -- Essa pergunta foi bem interessante. Era óbvio que o Flamengo iria ganhar, por ter a maior torcida e tar em ótima fase. 71 (19%) tem o Flamengo como time principal. Mas a grande surpresa pra mim foi o Grêmio aparecer em segundo com 49 (13%), atropelando o Corinthians com seus 35 (10%). Tu pode pensar “faz sentido porque muita gente coloca o Corinthians como segundo time”, mas não, apenas 1 usuário colocou, enquanto 2 colocaram o Grêmio.
Fora isso, temos Inter e São Paulo empatados com 33 (9%), Palmeiras com 24 (7%) e Vasco com 20 (5%). O Atlético-MG com 15 (4%) tem quase o dobro que o Cruzeiro com 8 (2%). Isso pode ser um sintoma da fase horrível do Cruzeiro.
27) Aproximadamente o quão longe você mora do estádio do seu time? -- Outra surpresa, 114 (31%) usuários moram a mais de 500km do estádio do seu time. Apenas 77 (21%) moram a menos de 10km, enquanto que 60 (16%) moram entre 10km e 30km e 38 (10%) moram entre 30km e 100km.
28) Você se considera torcedor de dois clubes brasileiros? -- E aqui temos outra pergunta polêmica, que quer saber não apenas sim ou não como tambem tua opinião. Nessa, a descrição vai ser longa. Daqui em diante vou chamar os usuários que responderam sim de “bitorcedores.”
Superficialmente, apenas 59 (16%) usuários torcem pra dois clubes. 145 (39%) não mas respeitam, 72 (20%) não e nem tem opinião e 91 (25%) não e acham um absurdo. Mas a gente não vai parar na superfície.
Acho que todos nós esperávamos que o Flamengo seria o clube mais popular entre os bitorcedores. E de fato ele foi. Mas eu esperava que seria por uma diferença muito mais gritante. Apenas 12 dos 56 (21%) bitorcedores torcem pro Flamengo. Em segundo lugar vem o São Paulo com 9 (16%), e em seguida, de maneira surpreendemente, Grêmio e Inter empatados com o Corinthians com 7 torcedores cada (13%). Por outro lado, 2 (4%) bitorcedores torcem pro Santos, e 1 (2%) pra cada um de Cruzeiro e Atlético-MG. Segue a tabela completa mais pra baixo, mas antes disso deixa eu explicar ela melhor.
Comparando a quantidade de bitorcedores com o total de torcedores pra cada clube, vemos que a grande maioria (8 dos 13) tem entre 13% e 19% da sua torcida torcendo pra um segundo clube. A maior proporção foi do Athletico, onde 3 dos 11 (27%) torcedores torcem pra um segundo clube. Já as menores foram do Botafogo (0 dos 5) e Atlético-MG (1 dos 16, 6%). São Paulo tem 9 dos seus 38 (24%) torcedores torcendo pra outro time, enquanto o Santos tem 2 dos 8 (25%). Note que o Flamengo, alvo desse stigma, tem uma proporção normal, considerando que 12 dos seus 71 (16%) torcedores torcem pra um segundo time.
Por último, vemos a proporção de usuários por clube que acha um absurdo torcer pra 2 times. O Atlético-MG foi disparado o clube mais intolerante, onde 11 dos seus 16 (69%) torcedores acham um absurdo uma pessoa ter dois clubes do coração. Já o Athletico tem 5 dos seus 11 (45%) torcedores pensando dessa forma, enquanto o Flamengo tem 7 dos 76 (9%) e o São Paulo 3 dos 38 (8%) achando um absurdo torcer pra dois times. A tabela completa com toda essa informação para os 13 grandes aparece abaixo.
Time X Dos usuários que torcem pra 2 times, o número que torce pro time X Dos usuários que torcem pra 2 times, a % que torce pro time X Dos torcedores do time X, a % que torce pra 2 times Dos torcedores do time X, o número que acha um absurdo Dos torcedores do time X, a % que acha um absurdo Número total de torcedores do time X
Athletico 3 5% 27% 5 45% 11
Atlético-MG 1 2% 6% 11 69% 16
Botafogo 0 0% 0% 0 0% 5
Corinthians 7 13% 19% 8 22% 36
Cruzeiro 1 2% 13% 3 38% 8
Flamengo 12 21% 16% 7 9% 76
Fluminense 2 4% 17% 3 25% 12
Grêmio 7 13% 14% 17 33% 51
Inter 7 13% 19% 12 33% 36
Palmeiras 5 9% 19% 3 12% 26
Santos 2 4% 25% 1 13% 8
São Paulo 9 16% 24% 3 8% 38
Vasco 4 7% 16% 7 28% 25
29) Qual é o segundo clube (aquele que fica geograficamente mais longe de você) pro qual você torce? -- Essa pergunta ficou meio confusa porque usuários organizaram de forma diferente o primeiro e o segundo clube. Não sei como reformular ela no próximo censo. Talvez “qual é o segundo clube (aquele que for “maior”) pro qual você torce”?
De qualquer forma, as estatísticas interessantes já aparecem na última pergunta. Aqui, vemos que 275 (77%) usuários não têm segundo clube, enquanto 5 (1%) torcem pra cada um de Flamengo, Vasco, São Paulo e por incrível que pareça, Paysandu. Curiosamente, 3 (1%) escolheram o Milan.
30) Fora o maior rival, qual clube você mais quer ver perder? -- Outra pergunta suculenta sugerida por algum usuário aqui há muito tempo atrás. Essa também vai ter uma discussão enorme, então botem o cinto gurizada.
Superficialmente, pra surpresa de pouca gente, nós vemos o Flamengo sendo o clube mais desprezado do Brasil, com 96 (26%) usuários querendo vê-los perder. Curiosamente, isso é muito maior do que a quantidade de usuários que apenas querem o mal pro rival (60, 16%) e que não querem o mal pra ninguém (36, 10%). O Corinthians é claro vem em segundo com 60 (16%). Palmeiras tem 38 haters (10%) e São Paulo 14 (4%). Pra minha surpresa, apesar de todas suas falcatruas, Cruzeiro tem apenas 11 (3%) e Fluminense só 8 (2%). Meu tio sempre teve a opinião de que o pessoal fora do RS não gosta do Grêmio por considerar ele um time argentino, mas não vemos isso aqui. 0 usuários escolheram ele, enquanto apenas 2 (um torcedor do Caxias e outro do Grêmio) desprezam o Inter.
Mas podemos ir mais fundo. Primeiramente, tal como ilustrado acima, houve muitos usuários que selecionaram o nome do seu rival invés de selecionar “Apenas quero o mal pro meu rival.” Talvez fosse melhor reformular essa pergunta pra “qual clube de outro estado você mais quer ver perder.” Enfim, pra diminuir esse problema com os dados, eu editei cada usuário que escolheu o nome do seu rival para “apenas quero o mal pro meu rival.” Clubes gaúchos, mineiros e paraenses foram fáceis. Para os cariocas, eu considerei o Flamengo como rival de todos os outros três grandes, enquanto que o Vasco e Fluminense são simultaneamente rivais do Flamengo, mas o Botafogo não. Já em SP, o Corinthians, São Paulo e Palmeiras são simultaneamente rivais um do outro, enquanto o Santos ficou sem rival.
Levando em consideração apenas torcidas de tamanho médio (4 ou mais), sobram 351 usuários. As maiores diferenças são no Palmeiras e São Paulo. O primeiro caiu para 27 (8%) usuários que o desprezam, enquanto que o São Paulo caiu para 4 (1%).
Os clubes que mais desprezam o Flamengo são o Santos (6 dos 8, 75%), Atlético-MG (10 dos 15, 67%), e Palmeiras (14 dos 24, 58%). O único clube com muitos torcedores (10 ou mais) que não quer ver o Flamengo perder mais que todos os outros foi o Inter. 8 dos 31 (26%) colorados desprezam o Flamengo, enquanto que 17 (55%) despreza o Corinthians. Isso faz sentido, porque o Corinthians “roubou” um Brasileirão em 2005 enquanto o Flamengo meteu 5 a 0 no Grêmio ano passado.
Dos clubes com poucos torcedores, Ceará (0 dos 5) e Santos (0 dos 8) são os com mais desgosto no coração (0 torcedores “não querem o mal pra ninguém”), enquanto que Cruzeiro é o mais pacífico (3 dos 7, 43%). Dos clubes com muitos torcedores, Atlético-MG (0 dos 15), Athletico-PR (0 dos 11) e Inter (1 dos 31, 3%) são os com maior antipatia por outros clubes, enquanto que o São Paulo (4 dos 37, 11%) é o mais pacífico.
Segue a tabela completa para quem quiser ver. Para ler a tabela: 20% dos 15 torcedores do Atlético-MG, por exemplo, querem o mal apenas pro seu rival, 7% pra cada um de Corinthians e Fluminense e 67% pro Flamengo.
31) Fora o(s) seu(s) clube(s) do coração, com qual clube você mais simpatiza? -- Uma pergunta um pouco diferente da de dois torcedores. Temos usuários que torcem pra dois times e simpatizam com um terceiro. Temos usuários que torcem só pra um time mas simpatizam com outro. E temos usuários que não simpatizam com nenhum - especificamente, 103 (28%).
Dos times com simpatizantes, pra minha surpresa, a Chape ficou apenas em segundo com 22 (6%) usuários. O time mais simpático do /futebol é o Vasco com 26 (7%). O Bahia fecha o pódio com 19 (5%). Fora isso, podemos ver algumas curiosidades ao analizar mais profundamente.
Dos 86 torcedores da dupla grenal, 3 (3%) deles simpatizam com o arquirival, enquanto que 1 vai mais longe e considera o arquirival seu segundo time. Curiosamente, essa pessoa mora em Porto Alegre ou região (i.e., a menos de 10km do estádio). Nenhum dos 24 Cruzeirenses e Atleticanos torce ou sequer simpatiza com o rival. Nenhum dos 20 Coritibanos e Athleticanos torce ou sequer simpatiza com o rival. Dos 5 torcedores do Botafogo, 1 (20%) simpatiza com o Fluminense, enquanto que dos 76 torcedores do Flamengo, 1 simpatiza com o Botafogo. Curiosamente, 2 (3%) torcedores do Flamengo e 1 dos 25 (4%) torcedores do Vasco desprezam o Botafogo acima de todos os outros. Dos 38 torcedores do São Paulo, 3 (8%) simpatizam com o Santos, enquanto que dos 36 torcedores do Corinthians, 1 (3%) simpatiza com o Santos.
32) Você participa de alguma torcida organizada? -- Gostei dessa pergunta. E até fiquei surpreso com os resultados. Temos 9 (2%) usuários do sub que atualmente participam de uma torcida organizada. Além disso, temos 2 (1%) usuários que já participaram delas. Um falou que parou por “questões de tempo, responsabilidades e etc.” enquanto o outro comentou “acho que são importantes no estádio, mas a estrutura e cultura delas é lamentável” (eu gostaria de ouvir mais sobre isso).
Fora isso, 182 (49%) usuários responderam “não, e sou indiferente,” 93 (25%) “não, mas apoio elas,” 59 (16%) “não, e odeio elas” e 20 (5%) “não, mas tenho amigos que participam.” Dos usuários que escreveram sua propria resposta, um colocou “gosto da festa e não gosto da briga,” outro “não, mas sei que a maioria dos seus integrantes não são bandidos infiltrados,” mais um “não, e acho que as vezes atrapalham o futebol, porém algumas fazem um trabalho fenomenal (Fortaleza),” e por último “não participo, gosto da festa que fazem, mas são problemáticas na questão da violência.”
Parte 4: Futebol Como Profissão
33) Você já tentou seriamente virar jogador de futebol profissional? -- Uma pergunta interessante que eu não tinha muitas esperanças de receber um “sim”, mas ainda assim recebemos. 1 usuário conseguiu enquanto 24 (7%) tentaram mas não conseguiram. Outros 22 (6%) tiveram parentes que conseguiram. 318 (86%) simplesmente nunca tentaram.
Outra coisa interessante foram as respostas manuais. Um usuário escreveu “joguei em categorias de base mas nunca tive ambição,” outro “jogo nas categorias sub 17,” e o meu favorito, “não, mas tive um ex-colega que treinou no Internacional e teve chance de ir para o Real Madrid, mas foi tonto e perdeu a chance porque não quis ficar longe da família.” Imagina se o Messi tivesse pensado dessa forma. Imagina se tivesse alguém com ainda mais talento que o Messi mas que pensou dessa forma e o talento nunca floresceu. Perguntas interessantes.
34) Você já tentou ganhar a vida do futebol sem ser jogador, pelo menos por um tempo? Se sim, como? -- Pergunta parecida com a anterior, porém mais ampla. Ainda assim, não gostei dela. Ela teria que separar “tentei e não consegui” de “tentei e consegui,” e talvez “tentei, consegui, e continuo conseguindo.” Mas não tenho nem ideia qual o melhor jeito de fazer isso.
De qualquer forma, 344 (93%) usuários nunca tentaram. Dos 26 que tentaram, 10 (38%) foram como apostador, 5 (19%) como jornalista, 2 (8%) como técnico, 1 (4%) como dirigente e 1 como narrador. Nenhum usuário selecionou Youtuber da lista, mas um escreveu “além de Youtuber, também planejo ser Técnico ou Preparador.” Além disso, um usuário escreveu que já estagiou em medicina do esporte no Athletico, outro “Quadra de Futebol Society,” mais um “Faltou e-Sports aí na lista,” enquanto outro afirmou ser diretor do Criciúma!
Conclusão
Então é isso. Termina mais um censo do /futebol. Espero que vocês tenham achado interessante. Mas lembrem-se que não dá pra extrapolar muito os dados desse censo, e que a população do /futebol não é nada representativa da população de torcedores brasileiros de futebol. Agora pra sair outro censo acho que talvez só em 2022, então aproveitem esse.
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2020.09.08 01:46 theEXPERTpt [Reflexão] O Estado Novo - Beneficial ou prejudicial?

Boa noite, queria trazer a todos uma discussão que me têm vindo cada vez mais à cabeça e têm persistido: o património que herdamos, principalmente aquele proveniente do estado novo. Antes de começar, queria esclarecer que estas são as minhas modestas opiniões, e gostava de aprender e ouvir os restantes. Por favor corrijam-me se algo estiver errado.
Como a grande maioria do povo concorda, o estado novo foi parte da nossa história de que a maioria não se orgulha, mas até que ponto? De um ponto de vista social e de distribuição de riqueza, estávamos muitíssimo mal posicionados. No entanto, cada vez mais sinto que a forma como nos têm ensinado acerca do estado novo têm sido, talvez, demasiado "por alto" e pejorativamente. E é aqui que entra o primeiro ponto.
  1. Autovalorização da Pátria
Não é novidade que o estado novo tinha como um dos pontos principais a valorização da Pátria. Eu, como patriótico que sou, sempre gostei disso, embora isso fosse usado como pretextos para a guerra e outros feitos extremos. No entanto, o patriotismo de hoje já não é o mesmo, sempre gira em volta de duas coisas: o futebol, ou a política. Por esta razão, sou da opinião que se devia restaurar o sentimento patriótico, não lavando a mente às pessoas, mas através da educação e conhecimento. Nenhum cidadão português deveria crescer sem saber pelo menos o Hino, a História básica e o significado da Bandeira e Capital. Além disso, uma maior valorização das história portuguesa deveria ser dada nas disciplinas de história, sem desmerecer a história global, que oferece muito contexto à situação portuguesa (quem já ouviu falar da grande depressão, do Plano Marshall ou da Guerra dos 100 anos mas nunca de Brites de Almeida, de Aristides de Sousa Mendes ou da Guerra Luso-Holandesa?)
  1. A sustentabilidade e manutenção da economia
Estou consciente que falar destes assuntos no estado novo implica falar da pobreza generalizada e da economia baseada no sector primário da economia. No entanto, é impossível negar que foi feito em Portugal um trabalho esplêndido em relação à economia do país. Para um país periférico, que tinha passado por uma guerra, que levava décadas de atraso para com a restante europa e que estava a passar por uma outra guerra nas suas províncias, o estado novo fez o trabalho que a 1º república não conseguiu fazer, e que a atual nunca conseguiu atingir: um crescimento económico sustentável, embora lento, mas constante. Incrivelmente, mesmo em tempos de guerra, Portugal, contra todas as hipóteses, ainda tinha um crescimento do PIB, mostrando o quão forte e independente era a economia portuguesa da altura. Apesar da pobreza continuar a ser uma constante na altura, a verdade é que ainda hoje continua a ser, e cada vez maior é a nossa depedência de outras economias, com um mercado interno decadente e uma economia frágil. A pergunta que ponho é: seria o modelo económico do estado novo fiável, ou apenas possível nas circunstâncias do estado novo? E assim sendo, seria a economia do estado novo uma melhor opção àquele que possuímos hoje em dia?
  1. Coesão territorial e Identidade Única
O Estado Novo tinha, sem qualquer dúvida, um amor ardente por todas as suas províncias. Acredito que a história do colonialismo português, apesar de todas as atrocidades, foi feito sempre com o foco de cristianizar, "educar" e nunca com o objetivo de destruir, pilhar. Temos o exemplo da miscigenação no Brasil, ou em Macau, entre muitos outros. No contexto do estado novo, acredito que estava sendo feito um esforço muito árduo para reforçar a identidade nacional e melhorar a coesão de todo o império. Foi inaugurado por exemplo o estádio Salazar em Moçambique, o Liceu Salazar, a famosa Ponte Salazar, o Aeroporto de Lisboa, inúmeras barragens, fábricas, escolas, aeroportos, portos navais, navios de guerra, postos do exército, etc. Isto tudo mostra que realmente havia desenvolvimento nos territórios, mesmo com os recursos muito limitados da época. No entanto, muitos deles eram reservados às elites brancas, principalmente devido ao quão escassos eram os recursos da época para Portugal, que não recebia ajudas do Plano Marshall (não foi relevante para Portugal), nem apoios da União Europeia, nem quaisquer benefícios de outras organizações internacionais, principalmente por causa da sua posição na diplomacia internacional. A quantidade de obras e desenvolvimento público que houve no período do estado novo foi mesmo assim imensa, e espalhada pelos diversos territórios.

  1. As suas consequências
Até hoje em dia são possíveis ver as marcas que o estado novo deixou na sociedade portuguesa. Foram imensas as obras públicas concretizadas, apesar de muitas delas terem sido renomeadas (25 de abril/barragem de pego do altar) ou então abandonadas/deixadas em mau estado (escola cantina salazaponte salazar foz do dão/observatório do monsanto). Apesar das muitas coisas erradas que houveram, é muitas vezes também ignorado o bom trabalho que se fez, e o quão modesto era o próprio Salazar (a luta pelas províncias, o lucro e a geopolítica envolvida na 2º guerra mundial, a preservação e a autovalorização da história nacional - ex. padrão dos descobrimentos e a preservação da cultura, o esforço para a industrialização de todos os territórios). Além disto, todas as províncias eram ferozmente protegidas, e a sua independência causaria, de facto, a sua desgraça (muitos dirão que foi pela saída desorganizada do nosso governo provavelmente) com guerras civis, invasões, massacres, etc. Claro que não se pode justificar uma guerra com outra, mas a verdade é que os povos dos territórios mereciam uma independência mais gradual e estruturada, tal não permitido pela revolução de 25 de abril e pela sede de poder dos grupos guerrilheiros. Até hoje são explorados (timor leste pela austrália), são roubados (a corrupção em angola), são destruídos pela mesma ideologia que os formou, bem presente na bandeira de angola e moçambique principalmente. No entanto, a sua independência era inevitável, com especial carinho para com o Estado da índia (que, na minha opinião, deveria ter seguido independente), e timor leste (que sofreu uma invasão da indonésia, massacres, exploração por parte da Austrália, pobreza extrema, perda de infraestruturas, e ainda sofre devido ao seu isolamento para com o resto da comunidade lusófona), com excepção de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, que, dados os seus territórios diminutos e a sua pequena voz em organizações internacionais poderiam ter permanecido em Portugal.

Conclusão e Reflexões finais:
Com toda a história que nos precede, é me claro que do continente europeu sempre tivemos alegrias, mas, mais que tudo, perigos, como o caso das guerras napoleónicas, da crise da sucessão, da 1º grande guerra, entre outros. Creio que o destino de Portugal não está incutido por completo no continente europeu, mas no outro lado, no oceano. É preciso confiança e esperança em nós mesmos, algo que temos perdido desde essa libertação da ditadura, e resiliência que sempre tivemos, principalmente nos assuntos além mar. Uma maior conexão à comunidade lusófona, um maior investimento mútuo, uma economia circular entre toda a lusofonia. Precisaremos de mais autonomia? Precisaremos de confiar novamente naquele que nos trouxe mais alegrias, mais glórias, mais lembranças, o Mar? Estará o destino de Portugal num estado periférico europeu ou num cantinho plantado à beira do Atlântico, tão próximo do Novo Mundo? Podem parecer perguntas tolas, mas de certa forma fazem referência a alguns dos valores que gostaria de ver restaurados num Portugal futuro.
Caros redditors Portugueses, qual é a vossa opinião no assunto?
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2020.09.07 12:13 zergrushpt #TeamViana - Uma aventura com o Sporting em Football Manager

O meu Hugo Viana fez aquilo que faria o Hugo Viana real se recebesse uma proposta de 7.25 milhões pelo Acuña: aceitou de imediato e foi a correr para o carro, para ir levar o Acuña ao aeroporto.
Foi como se Petit tivesse sido possuído por Jaime Pacheco. Não, não dessa maneira, apenas a nível táctico.
Quem olhasse apenas para as estatísticas, poderia dizer que o Athletic dominou o jogo. Quem não olhasse, provavelmente diria a mesma coisa.

Olá!
As frases anteriores são excertos das três primeiras temporada de "#TeamViana", uma aventura em Football Manager que comecei há umas semanas, onde dei o controlo total das transferências ao Hugo Viana e transformei depois os eventos numa narrativa.

Comecei a publicar esta aventura no ForumSCP, uma comunidade de adeptos do Sporting, mas, após algum feedback a mencionar que podia também interessar a mais jogadores de FM e adeptos de outros clubes, passei também a publicar no Wattpad.

Se gostarem de futebol ou de Football Manager, e quiserem algo diferente para ler, ficam aqui os links!
Índice da história no Wattpad
1º Capítulo (para quem quiser saltar o índice e ir logo para o início da aventura)

O feedback ajuda imenso, agradeço os comentários e sugestões que possam ter. :)
Espero que gostem! :)
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2020.09.06 19:21 JCedru Qual rumo devo tomar?

Não sei se devo continuar com a idéia de ser jogador de futebol, eu meio que só comecei a pensar nisso e jogar futebol de fato esse ano, anos passados nunca me interessei tanto...mas desde o começo do ano já comecei a me interessar muito com a pandemia então...me interessei mais ainda Sou adolescente e não sei se tenho tempo ainda tendo que pesquisei muito sobre o assunto e me parece que a idade ideal para entrar em escolinhas são dos 13 pra baixo... Não sei como funciona muito bem porque não consigo achar ninguém especialista na área.
Depois de pensar muito sobre a vida e o quão ruim ela é percebi que uma das formas que iria me fazer viver feliz fazendo algo bom e me dando dinheiro seria no futebol, meu tio é basicamente um pai pra mim e ele gostaria muito que ele fizesse o caminho que ele fez, fazendo exército e depois computação, não sei se quero ter 25 anos sentado numa cadeira de escritório mechendo com números e lógica, eu quero me sentir vivo, ir para outros países, e sei que o futebol me proporcionaria isso...muita gente que eu conheço fala que eu sou bom no futebol, e realmente estou acreditando, por isso semana passada comecei a fazer academia e a algumas semanas já estou procurando testes para bases de clubes (acho que é isso que tenho que fazer, ninguém me recomendou outra coisa)
Enfim, estou meio perdido e preocupado e queria compartilhar minha visão aqui, caso alguém por acaso tenha alguma sugestão eu iria agradecer.
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2020.09.04 16:54 zergrushpt #TeamViana: 3ª Temporada

Olá!

Publiquei esta semana o último capítulo da terceira temporada de #TeamViana. Para quem não conhece (que provavelmente é a esmagadora maioria de vocês), esta é uma história baseada num save de Football Manager, em que peguei no Sporting e dei o controlo total das transferências ao director desportivo, transformando depois os eventos numa narrativa com toques humorísticos. Há excertos no final deste post, se quiserem mais alguma informação!

Se gostarem de futebol ou de Football Manager, e quiserem algo diferente para ler, ficam aqui os links! A história está disponível no Wattpad. Se já leram as temporadas anteriores, fica também a informação de que a terceira temporada está completa e a quarta já começou!

Índice da história (a 3ª temporada começa com o "Dias de Loucura")
Início da 3ª temporada
1º Capítulo (para quem não conhece ainda e quiser saltar logo para o início da aventura)
O feedback ajuda imenso, agradeço os comentários e sugestões que possam ter. :)
Espero que gostem! :)

Deixo aqui alguns excertos da 3ª temporada:

McTominay foi o nosso Son Goku, se o Son Goku fosse capaz de marcar um golaço de fora da área e fazer um passe longo brutal para deixar o Zaracho sozinho frente ao guarda-redes.

O meu Hugo Viana fez aquilo que faria o Hugo Viana real se recebesse uma proposta de 7.25 milhões pelo Acuña: aceitou de imediato e foi a correr para o carro, para ir levar o Acuña ao aeroporto.

Quem olhasse apenas para as estatísticas, poderia dizer que o Athletic dominou o jogo. Quem não olhasse, provavelmente diria a mesma coisa.

Os adeptos ficaram contentes, mas eu não estou tão optimista. É lento, até para um miúdo de 16 anos. Sim, tem alguma técnica, mas mal se mexe. É o Pedro Barbosa dos centrais.

As minhas esperanças de vencer na estreia na Champions foram esmagadas como morangos na preparação de um batido mas, apesar de tudo, o empate acaba por não ser mau de todo.
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2020.09.04 16:06 zergrushpt #TeamViana: 3ª Temporada

Olá!

Publiquei esta semana o último capítulo da terceira temporada de #TeamViana. Para quem não conhece (que provavelmente é a esmagadora maioria de vocês), esta é uma história baseada num save de Football Manager, em que peguei no Sporting e dei o controlo total das transferências ao director desportivo, transformando depois os eventos numa narrativa com toques humorísticos. Há excertos no final deste post, se quiserem mais alguma informação!

Se gostarem de futebol ou de Football Manager, e quiserem algo diferente para ler, ficam aqui os links! A história está disponível no Wattpad. Se já leram as temporadas anteriores, fica também a informação de que a terceira temporada está completa e a quarta já começou!
Índice da história (a 3ª temporada começa com o "Dias de Loucura")
Início da 3ª temporada
1º Capítulo (para quem não conhece ainda e quiser saltar logo para o início da aventura)

O feedback ajuda imenso, agradeço os comentários e sugestões que possam ter. :)
Espero que gostem! :)

Deixo aqui alguns excertos da 3ª temporada:

McTominay foi o nosso Son Goku, se o Son Goku fosse capaz de marcar um golaço de fora da área e fazer um passe longo brutal para deixar o Zaracho sozinho frente ao guarda-redes.

O meu Hugo Viana fez aquilo que faria o Hugo Viana real se recebesse uma proposta de 7.25 milhões pelo Acuña: aceitou de imediato e foi a correr para o carro, para ir levar o Acuña ao aeroporto.

Quem olhasse apenas para as estatísticas, poderia dizer que o Athletic dominou o jogo. Quem não olhasse, provavelmente diria a mesma coisa.

Os adeptos ficaram contentes, mas eu não estou tão optimista. É lento, até para um miúdo de 16 anos. Sim, tem alguma técnica, mas mal se mexe. É o Pedro Barbosa dos centrais.

As minhas esperanças de vencer na estreia na Champions foram esmagadas como morangos na preparação de um batido mas, apesar de tudo, o empate acaba por não ser mau de todo.
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2020.09.03 18:14 nscmnt0 02/09/2020 reprovei na prova prática do Detran

recebi tudo de mão dada, ano passado em dezembro eu ganhei a oportunidade de tirar minha habilitação B de graça, graças a minha avó pois ela gosta de passear e sempre tá indo de um lado para o outro e de cima para baixo e decidiu que queria me dar a habilitação para poder ir comigo... em janeiro começaram minhas aulas teóricas e também tive minha prova teórica, me sai muitíssimo bem tirando 24 ou 25. não tenho certeza. por causa da quarentena as aulas práticas foram adiadas e só tive elas no mês 07. e ontem tive minha prova e reprovei... mês passado eu ganhei meu primeiro carro que eu pretendo ajudar a pagar e sou a única pessoa que tem condições de tirar habilitação. meu irmão ainda é de menor e meu vô não teve oportunidades na época dele. agora a todo momento eu fico com minha reprovação indo e vindo na cabeça e todos agora pegam no meu pé e falam coisas. eu sei que vou ter outra oportunidade de fazer a prova mas eu tenho medo de nunca conseguir. 03/09/2020
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2020.09.02 17:03 Terathunder Fundo de emergência? Será mesmo uma boa ideia em Portugal?

Pessoal, gostava de ouvir as vossas ideias e opiniões relativamente a este assunto. Eu próprio, antes de investir, juntei primeiro um fundo de emergência talvez um bocado overkill de 12+ meses. E tenho ouvido sempre a mesma recomendação de que sim, faz sentido ter um fundo de emergência. No entanto, deparei-me há muito pouco tempo com uma ideia contrária do David Almas que achei super-interessante:
"É difícil resumir os motivos sem vos fazer adormecer, u/jomipereira.
O que é? Um fundo de emergência é uma aplicação financeira de baixo risco que deve estar rapidamente acessível em caso de um imprevisto que tenha consequências monetárias.
Tal como muita coisa na área das finanças pessoais, a ideia dos fundos de emergência vem dos EUA. Foi, no entanto, mal importada. Basta pensar nos imprevistos mais citados:
Desemprego: Antes da pandemia, os norte-americanos ficavam, em média, cerca de 20-25 semanas no desemprego. É o equivalente aos tais 4 a 6 meses que o fundo de emergência deveria garantir. Em Portugal, os desempregados ficam nessa situação mais de 2 anos! Porque é que ninguém recomenda fundos de emergência para 2 anos de despesas? Porque, felizmente, temos bons subsídios de desemprego. Podem criticar à vontade, mas é uma grande salvaguarda nas nossas vidas.
Despesas médicas: Os norte-americanos não tem um Sistema Nacional de Saúde como o nosso. Podem também criticar, mas é outra excelente salvaguarda na nossa vida financeira.
Reparações na casa: Somos obrigados por lei a ter um seguro contra incêndios, mas a maioria dos bancos e das companhias de seguros impinge a opção multirriscos. É outra preocupação financeira que não entra para o fundo de emergência.
É, a meu ver, extremamente improvável os portugueses recorrerem ao fundo de emergência. É dinheiro que fica parado provavelmente para o resto da vida a ganhar bolor (leia-se: a render menos do que a inflação).
E se houver uma emergência que não seja de desemprego, de saúde ou de reparações em casa? Saquem o dinheiro das poupanças ou dos investimentos. É melhor ter o dinheiro investido provavelmente a render do que deixá-lo à espera de um imprevisto improvável."
Fonte: https://www.reddit.com/literaciafinanceira/comments/gsujcf/al%C3%B4_sou_o_david_almas_editor_do_boletim_tlim/

Tendo a concordar e estou a pensar em reduzir muito consideravelmente o meu fundo de emergência para 3-6 meses. Digam de vossa justiça! O que acham sobre esta visão?
submitted by Terathunder to literaciafinanceira [link] [comments]


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